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Resistência do eucalipto ao cancro de chrysoporthe cubensis e botryosphaeria sp

Texto completo
Autor(es):
Helenize Gabriela de Souza
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Botucatu. 105 f.
Instituição: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciencias Agronomicas (Campus de Botucatu).
Data de defesa:
Membros da banca:
Marli Teixiera de Almeida Minhoni; Celso Garcia Auer
Orientador: Edson Luis Furtado
Resumo

O termo cancro é utilizado para designar lesões localizadas na casca do caule de plantas lenhosas que podem resultar no anelamento do caule e no secamento da parte superior da copa e a morte da planta. A melhor opção para o controle da doença é a resistência genética dos indivíduos quanto ao patógeno utilizado. Com o objetivo de estudar o comportamento de resistência e mecanismos moleculares de clones dos parentais e das progênies de eucalipto quanto ao cancro causado por Chrysoporthe cubensis e Botryosphaeria sp. foram executados ensaios em casa de vegetação e em campo. Os isolados utilizados foram Chrysoporthe cubensis e Botryosphaeria sp. sendo produzidos em meio BDA e inoculados nos indivíduos pelo método do disco. A avaliação foi realizada 60 dias após a inoculação, medindo a área da lesão de cada material. Para o patógeno C. cubensis inoculados nos parentais foi encontrado uma média de 3,20 e 6,14 cm2 de área de lesão do tronco causado pelos isolados provenientes de Piracicaba e Bofete, respectivamente, enquanto que para Botryosphaeria sp. a média variou de 7,29 cm ² a 9,72cm ² da área da lesão. Dos indivíduos testados, com C. cubensis, foram encontrados 46,66% de plantas classificadas como resistentes; 6,67% plantas moderadamente resistente, 13,33% planta moderadamente suscetíveis e 33,34% plantas suscetíveis. Já para o teste de clones com Botryosphaeria sp. verificou-se 91,67% resistentes, 5% moderadamente resistentes, 1,67% moderadamente suscetível e 1,67% suscetíveis. As variâncias fenotípicas encontradas foram de 41,32 a 0,23 inoculados com C. cubensis e 0,285 a 156,88, quando inoculados com Bothyosphaeria sp. Os coeficientes de variação foram de 125% a 15,05% para C. cubensis e 29,86% a 101,13% para Bothyosphaeria sp. Os resultados indicam que os materiais genéticos testados possuem boa fonte de resistência para os dois fitopatógenos... (AU)

Processo FAPESP: 06/54532-0 - Resistencia do eucalipto ao cancro de chrysoporthe cubensis e botryosphaeria sp.
Beneficiário:Helenize Gabriela de Souza
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado