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Análise tomográfica da formação óssea em defeito segmentar na mandíbula de coelhos preenchido com osso bovino liofilizado em bloco com colágeno

Texto completo
Autor(es):
Maria Fernanda Conceição Madeira
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Bauru.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/SDB)
Data de defesa:
Membros da banca:
Eduardo Sant'Ana; Izabel Maria Marchi de Carvalho; Renato Yassutaka Faria Yaedú
Orientador: Eduardo Sant'Ana
Resumo

Atualmente a implantodontia tem evoluído muito na intenção de substituir perdas dentárias, porém infelizmente nem sempre isto é capaz, uma vez que após a perda dentária, na grande maioria das vezes, o osso remanescente também é reabsorvido, dificultando ou impossibilitando a instalação de implantes osseointegrados. Esse tipo de perda óssea nos maxilares ou as perdas ósseas resultantes de ressecções cirúrgicas, constituem uma preocupação importante na atualidade, uma vez que os cirurgiões dentistas pesquisam um substituto ósseo que devolva a forma e o contorno dos ossos da face e dos maxilares, e/ou que permita a instalação de implantes osseointegrados. Dentre os biomateriais, a utilização do osso bovino liofilizado tem se popularizado e vem ganhando mercado uma vez que reduz a morbidade do paciente evitando a retirada de enxertos autógenos e tem apresentado uma boa previsibilidade de resultados. No presente estudo, foram criados defeitos ósseos na base da mandíbula de coelhos, onde foram enxertados blocos de osso bovino liofilizado com colágeno suíno nos grupos experimentais e deixados vazios nos grupos controle. Os animais foram sacrificados nos tempos 0 (imediatamente após a cirurgia), 3 e 6 meses após o procedimento cirúrgico. As mandíbulas foram coletadas e analisadas através de tomografias computadorizadas de feixe cônico, em que se analisou a capacidade do enxerto de auxiliar no reparo ósseo de defeitos de tamanho crítico criados na mandíbula de coelhos, bem como sua capacidade de manter o contorno e forma do osso. Através da análise tomográfica das áreas enxertadas foi possível concluir que de acordo com a metodologia proposta o enxerto de osso bovino com 10% de colágeno suíno não foi capaz de auxiliar em 100% no reparo ósseo dos defeitos de tamanho crítico criados na mandíbula dos coelhos, mostrando uma camada fina de tecido mole entre o enxerto e o leito Tendo sido eficiente no preenchimento do espaço do defeito e manutenção do contorno ósseo. (AU)