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Luiz Carlos Dias

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Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Química (IQ)  (Instituição Sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Nascido em Balneário Camboriú (SC), graduou-se em Química pela UFSC (1988), obteve o Doutorado em Ciências Químicas pela Unicamp (1993) e realizou estágio de Pós-Doutorado na Harvard University (EUA, 19941995). É Professor Titular do Instituto de Química da Unicamp desde junho de 1992 e Pesquisador 1A do CNPq. Atua nas áreas de síntese orgânica e química medicinal. Seu grupo realizou a síntese total das moléculas bioativas estruturalmente mais complexas já sintetizadas no Brasil. Mantém colaboração com a Medicines for Malaria Venture (MMV) e a Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi), participando do desenvolvimento de candidatos pré-clínicos para doenças negligenciadas. Publicou 128 artigos científicos, um livro, dois capítulos de livros e é inventor de duas patentes, sendo uma concedida pelo INPI. Ministrou 367 conferências no Brasil e no exterior e participou de mais de 720 entrevistas e textos de divulgação científica em jornais, revistas, rádio e televisão. É autor do livro ''Não Há Mundo Seguro sem Ciência - A luta de um cientista contra as pseudociências''. Sua produção científica recebeu reconhecimento internacional, com sete artigos selecionados como capa de importantes periódicos: Synthesis (2003), Chemical Society Reviews (2008), Química Nova (2009), European Journal of Organic Chemistry (2009), Journal of Medicinal Chemistry (2014), RSC Medicinal Chemistry (2020) e Journal of Chemical Information and Modeling (2020). Publicou ainda um VIP Article na Chemistry - A European Journal (2011), além de dois trabalhos destacados pela American Chemical Society em celebrações da Química Orgânica na França e na América Latina. Na formação de recursos humanos, orientou 29 dissertações de mestrado, 20 teses de doutorado, 35 alunos de iniciação científica e supervisionou 40 pós-doutorados. Exerceu diversas funções de liderança científica. Foi Secretário-Geral do 8th BMOS, Secretário-Geral da Sociedade Brasileira de Química (SBQ) por dois mandatos, presidente da comissão organizadora de quatro reuniões anuais da SBQ, editor do Boletim Eletrônico da SBQ e editor do JBCS (2005-2013). Integrou o Comitê Assessor de Química do CNPq, foi membro dos conselhos editoriais de Chemical Society Reviews, Organic Biomolecular Chemistry e Chemical Engineering News, atuou como Coordenador Adjunto e Coordenador da Área de Química da CAPES (2008-2014), foi colunista do Jornal da Unicamp, integrou a Força-Tarefa Unicamp de combate à COVID-19 e é membro do Comitê Científico do movimento SoU_Ciência. Entre as principais distinções recebidas por sua trajetória científica e em defesa da ciência, da educação e da divulgação do conhecimento como instrumentos fundamentais para o desenvolvimento da sociedade, destacam-se a Medalha do Journal of the Brazilian Chemical Society (1999), as Medalhas de Mérito Científico do PPG em Química da UFRJ (2003 e 2008), o Prêmio Zeferino Vaz da Unicamp (2009), o Prêmio CAPES de Teses em Química (2013), o Prêmio Walter Borzani (2014), o Prêmio Santander Universidades Ciência e Inovação (2014), a Medalha Simão Mathias da SBQ (2015), o reconhecimento internacional 175 Faces of Chemistry da Royal Society of Chemistry (2015), o prêmio DNDi América Latina - Parceria do Ano (2016), o Prêmio Oswaldo Luiz Alves da SBQ (2021), o Prêmio Reconhecimento ADunicamp Prof. Mohamed Habib (2022), o Prêmio ProEC de Extensão Universitária da Unicamp (2022), o título de Cidadão Benemérito de Balneário Camboriú (2024) e o Prêmio Peter Bakuzis (2026), por sua contribuição à síntese orgânica no Brasil. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP) e Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Fellow da International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC) e da Royal Society of Chemistry. Figura entre os cientistas mais influentes do mundo, segundo levantamentos da Universidade de Stanford em parceria com a Elsevier. É pai de Luana, Luiza e Luma. (Fonte: Currículo Lattes)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o(a) pesquisador(a):
Uma agenda para as doenças esquecidas 
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Lançamento do livro  
Consórcio busca criar novos medicamentos contra Chagas, leishmaniose e malária 
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Ácidos de Lewis Adição (reações químicas) Agentes anti-HIV Aldeídos Aminoácidos Antibióticos Anticarcinógenos Antifúngicos Antineoplásicos Antivirais Artigo científico Artigos de periódicos Bioatividade Biodiversidade Bioensaio Biofísica Catalisadores Catálise Células tumorais Ciências Biológicas Ciências Exatas e da Terra Citotoxicidade Compostos organometálicos Comunicação científica Condensação aldólica Defesa animal Descoberta de drogas Doença de Chagas Doenças negligenciadas Doenças parasitárias Estado de transição Esterases Estereoisomerismo Estereoquímica relativa Fármacos Financiamento em saúde HIV-1 Imunossupressores Indução assimétrica Inibição de migração celular Inibidores da protease de HIV Inovação Leishmaniose Lipase Macrolídeos Malária Metástase Metilcetonas quirais Migrastatina Moluscos Movimento celular Neoplasias mamárias Neurotransmissores Nucleófilos Parasitologia Periódicos científicos Planejamento de fármacos Policetídeos Processos de crescimento celular Produção científica Produtos naturais Progressão da doença Publicações de divulgação científica Quebra de simetria Química Orgânica Química aplicada Química médica Química supramolecular Química verde Química Quinase 3 da glicogênio sintase Reação aldólica Reações orgânicas Reações químicas Relação estrutura-atividade Sangliferinas Síntese assimétrica Síntese de peptídeos Síntese em fase sólida Síntese orgânica Síntese química Síntese total Sociedades científicas Streptomyces Transmetalação Trypanosoma cruzi alfa-Aminoácidos beta-Lactamas
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SP Pesquisa - A medicina na floresta - 1º Bloco


Publicado em 15 de agosto de 2015 - SP Pesquisa - A medicina na floresta - 1º Bloco. O potencial medicinal da biodiversidade brasileira é incalculável e pode ter o caminho para o tratamento de inúmeras doenças. O desafio de realizar esse potencial e de transformar essa matéria-prima encontrada na natureza em fármacos é enfrentado pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar), CEPID criado em 2013 e financiado pela FAPESP. Coordenado por Glaucius Oliva, ex-presidente do CNPq, e instalado no Instituto de Física de São Carlos da USP, o centro dá atenção especial à busca por tratamentos contra as chamadas doenças negligenciadas (assim chamadas porque normalmente atingem as populações mais pobres do planeta e, por isso, não atraem o interesse das companhias farmacêuticas), como leishmaniose, doença de Chagas e malária.

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