| Processo: | 06/01266-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Miguel Trefaut Urbano Rodrigues |
| Beneficiário: | Vanessa Kruth Verdade |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anura Leptodactylidae Mata Atlântica Morfologia animal Sistemática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anuros | Leptodactylidae | Mata Atlantica | Morfologia | Sistematica | taxonomia e sistemática de anfíbios |
Resumo Recentemente, trabalhos com base em dados moleculares têm alterado significativamente a classificação dos anuros. Esses trabalhos possibilitam o direcionamento de questões surgidas em um contexto mais amplo, no entanto, também geram grande instabilidade nomenclatória e lapso na comunicação entre especialistas. Esse é o panorama que envolve atualmente as espécies alocadas na família Leptodactylidae. Os gêneros que faziam parte da assembléia original encontram-se alocados em 9 famílias, uma delas restrita ao sul da África, duas à região australiana e as demais, restritas ao novo mundo. As evidências de monofiletismo de cada uma dessas famílias, seu relacionamento e o relacionamento entre os gêneros que as compõem ainda são muito rudimentares. Com base em evidências de cunho morfológico, que indicam grande similaridade entre espécies de leptodactilídeos associados a sistemas lóticos do sudeste do Brasil e telmatobíneos andinos e patagônicos, esse trabalho tem como objetivo elaborar uma hipótese de relacionamento de base morfológica para essas espécies, atualmente na maior parte alocadas no grupo Chthonobatrachia. A hipótese resultante poderá servir de base para discutir a evolução de especializações reprodutivas, convergência de caracteres, padrões de distribuição vinculados aos complexos serranos no sudeste do Brasil e relações faunísticas entre áreas com histórias geológicas relacionadas, como as Serras do sudeste do Brasil e os Andes. Além disso, a hipótese obtida servirá de teste para alguns dos agrupamentos propostos em análises moleculares e de fonte de caracteres morfológicos diagnósticos, contribuindo ao avanço do entendimento das relações entre os grupos de anuros atuais. (AU) | |
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