| Processo: | 06/06502-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Maria José da Silva Fernandes |
| Beneficiário: | Maria José da Silva Fernandes |
| Instituição Sede: | Departamento de Neurologia e Neurocirurgia. Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 08/01209-2 - Caracterização do sistema purinérgico na epilepsia do lobo temporal: uma abordagem em modelo experimental induzido por pilocarpina., BP.TT |
| Assunto(s): | Hipocampo Epilepsia do lobo temporal Trifosfato de adenosina Pilocarpina Receptores purinérgicos P2X7 Purinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atp | Epilepsia | Hipocampo | Purinas | Rato | Receptor P2X | Neurociências |
Resumo
Estudos recentes têm demonstrado que o trifosfato de adenosina (ATP) age como neurotransmissor tanto no sistema nervoso central como no periférico. O ATP ativa duas subclasses de receptores denominados P2X (ionotrópicos) e P2Y (metabotrópicos, acoplados à proteína G). Até o presente momento 7 subtipos de receptores P2X (P2X1-7) e 8 subtipos P2Y (P2Y1,2,4,6,11-14) já foram clonados. Os receptores P2X1, 4 e 7 e P2Y1, 2 e 4 foram identificados no cérebro de ratos. Dentre estes, o P2X7 é o único que quando ativado forma um poro que, além do cálcio, permite a passagem de moléculas de até 900Da, podendo estar associado a processos de morte neuronal em doenças neurodegenerativas. De uma maneira geral, trabalhos evidenciando o papel dos receptores P2X nas epilepsias são escassos. Um estudo prévio realizado em nosso grupo mostrou um aumento na expressão de receptores P2X7 no hipocampo de ratos com epilepsia induzida por pilocarpina, sugerindo a participação de purinoceptores P2X na epileptogênese (Vianna et al., 2002). Com o intuito de aprofundar o conhecimento da participação deste sistema no processo epileptogênico, o presente projeto tem como objetivos empregar o modelo da pilocarpina em ratos para caracterizar as alterações do metabolismo do ATP durante diferentes períodos do modelo da pilocarpina, ou seja: agudo (status epilepticus) e crônico. O ATP e seus metabólitos ADP, AMP e adenosina serão coletados através de sondas de microdiálise implantadas no hipocampo de ratos experimentais e controles, e analisados por HPLC. Além disso, uma análise dos receptores P2X (P2X2, P2X4 e P2X7) será obtida através de eletroforese-imunoblot, nos períodos agudo (12HSE), latente (7 dias após SE) e crônico (90 dias após SE). (AU)
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