| Processo: | 07/50001-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Beneficiário: | Michelle Sartori |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade São Judas Tadeu (USJT). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Menopausa Treinamento físico Doenças cardiovasculares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Controle Barorreflexo | Doencas Cardiovasculares | Educacao Fisica | Menopausa | Treinamento Fisico |
Resumo A participação significativa das mulheres no mercado de trabalho e em atividades esportivas começou a ocorrer somente na década de 70. Com esta nova Inserção da mulher na sociedade começou a busca pelo conhecimento das adaptações fisiológicas específicas do sexo feminino a diferentes situações fisiológicas e patológicas. Apesar de atualmente estar claro que a função cardiovascular é diferente entre os sexos, a maioria dos estudos que avaliaram os benefícios cardiovasculares e autonômicos do treinamento físico foi realizada em machos. Dessa forma, o presente projeto tem por objetivo comparar o controle autonômico da circulação entre ratos machos e fêmeas sedentários e treinados. Serão utilizados 36 ratos Wistar (8 machos e 8 fêmeas) divididas em 4 grupos: machos sedentários e treinados e fêmeas sedentárias e treinadas. Os grupos treinados serão submetidos a um protocolo de treinamento físico aeróbio em esteira durante 8 semanas. A pressão arterial, a freqüência cardíaca, a sensibilidade barorreflexa e dos receptores cardiopulmonares e o controle autonômico da FC (tônus vagai e simpático) serão avaliados pelo registro dos sinais biológicos através de um sistema de aquisição de dados biológicos. Os resultados poderão servir como base para o melhor entendimento das diferenças relativas ao gênero, bem como servirão de embasamento para a utilização de forma mais precisa da atividade física como uma abordagem não-farmacológica no manejo do risco cardiovascular e das doenças no sexo feminino. (AU) | |
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