| Processo: | 07/57461-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Celso de Barros Gomes |
| Beneficiário: | Celso de Barros Gomes |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Rochas alcalinas Petrologia ígnea Geoquímica Carbonatitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Carbonatitos | Geoquimica | Petrologia Ignea | Rochas Alcalinas |
Resumo
O magmatismo alcalino tem sido objeto de investigação sistemática do ponto de vista petrológico e geoquímico por parte de um grupo de pesquisadores que conta principalmente com representantes do Brasil e da Itália. Esses trabalhos, iniciados na segunda metade da década dos 80, já em muito contribuíram para o melhor conhecimento das numerosas ocorrências existentes na região meridional do Brasil e em países vizinhos. Em que pese o avanço registrado, particularmente como resultado do apoio financeiro prestado pela Fapesp no âmbito do projeto temático "A evolução do magmatismo alcalino na Plataforma Sul-Americana: implicações petrogenéticas e geodinâmicas", Proc. 01/10714-3, em fase de encerramento) - que teve como principal e mais importante produto científico o livro Mesozoic to Cenozoic alkaline magmatism in the Brazilian Platform, publicado, em 2005, pela Edusp em parceria com a Fapesp -, o grau de conhecimento sobre essas rochas ainda é considerado insatisfatório, além de muito heterogêneo. Diversos fatores têm contribuído para que esse estado de coisas ainda se mantenha: a) o grande número de ocorrências, sendo que algumas ainda são pouco conhecidas do ponto de vista geológico; b) as condições de trabalho altamente desfavoráveis presentes em muitas delas, como indicado pelo acesso precário, vegetação cerrada e topografia acidentada; c) a insuficiência, ou mesmo inexistência, de informações geológicas básicas; d) o grau de intemperismo elevado, dificultando sobremaneira a obtenção de informações sobre a geologia de superfície e a coleta de amostras frescas. Do exposto decorre a necessidade de dar prosseguimento a essa linha de pesquisa, a ser feito dentro de um enfoque cada vez mais abrangente, de forma a incluir na investigação sistemática as rochas alcalinas existentes nos países vizinhos, em especial na Bolívia, Paraguai e Uruguai. A reunião dos dados, alguns já disponíveis e a serem produzidos, sobre esse conjunto de ocorrências irá certamente proporcionar uma visão mais completa sobre o comportamento desse magmatismo e a apresentação de elementos importantes para a sua melhor compreensão e entendimento de sua origem e evolução. (AU)
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