| Processo: | 08/02185-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química |
| Pesquisador responsável: | Fernando Batista da Costa |
| Beneficiário: | Daniela Aparecida Chagas de Paula |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Chá Tithonia diversifolia Anti-inflamatórios Fitoquímica Química de produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade antiinflamatória | Chá | extrato de folha lavada | extrato glandular | Fitoquímica | Tithonia diversifolia | Química de Produtos Naturais |
Resumo Tithonia diversifolia (margaridão, Asteraceae) é uma planta medicinal bastante promissora. Dentre outras propriedades, seu chá é utilizado como antiinflamatório em vários países, inclusive no Brasil. Embora a atividade antiinflamatória de extratos alcoólicos e de algumas de suas lactonas sesquiterpênicas já tenham sido parcialmente investigada, até o momento não foi realizado nenhum estudo detalhado com a preparação popular. Nada se sabe, por exemplo, sobre a química e a farmacologia de seus constituintes polares. O margaridão possui lactonas sesquiterpênicas armazenadas em tricomas glandulares e essas substâncias podem ser facilmente isoladas através da lavagem de folhas íntegras com solvente orgânico, sendo que as folhas permanecem praticamente intactas. Considerando-se a enorme diferença qualitativa e quantitativa da composição micromolecular de extratos obtidos com solventes de diferentes polaridades, o que, por sua vez, exerce influência sobre o efeito farmacológico de plantas medicinais, os dados experimentais, sejam químicos ou biológicos, não podem ser extrapolados de um tipo de extrato para outro. Logo, neste projeto propomos realizar uma análise comparativa química e farmacológica entre a forma utilizada popularmente (chá), dos extratos de lavagem foliar e das folhas lavadas (glândulas retiradas) de T. diversifolia, através do estudo fitoquímico e investigação da atividade antiinflamatória in vivo e in vitro e seus mecanismos de ação. Pela primeira vez, pretende-se avaliar se as lactonas sesquiterpênicas são ou não as únicas responsáveis pela ação antiinflamatória de T. diversifolia. A toxicidade crônica do chá e dos dois extratos está sendo pesquisada em um trabalho complementar a este. As respostas a serem obtidas por meio desses estudos serão de extrema importância para o uso seguro dessa planta tão promissora para finalidades terapêuticas. Além disto, há a oportunidade de se isolar outras classes de substâncias, as quais também podem ser bioativas e estabelecer outros marcadores, criando-se condições para a obtenção de um possível fitoterápico. | |
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