| Processo: | 10/10940-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química |
| Pesquisador responsável: | Fernando Batista da Costa |
| Beneficiário: | Daniela Aparecida Chagas de Paula |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Asteraceae Análise in silico Produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Asteraceae | Clae-Uv-Em | COX e LOX | ensaios anti-inflamatórios | Estudo metabolômicos | In silico | Produtos Naturais |
Resumo O isolamento de substâncias de origem vegetal através de métodos clássicos de fitoquímica e posterior avaliação de suas atividades biológicas têm sido historicamente promissores, porém demorados e dispendiosos. Recentemente surgiu uma nova abordagem na área de produtos naturais para a descoberta de compostos ativos e/ou inéditos, que se trata da combinação de estudos metabolômicos de plantas, ensaios farmacológicos e métodos in silico. Plantas da família Asteraceae demonstram grande potencial para atividade anti-inflamátoria, tendo ou não seu uso popular documentado. Existem no Cerrado brasileiro plantas endêmicas dessa família sob risco de extinção cuja constituição química ou potencial farmacológico ainda nunca foram investigados. Considerando a necessidade de se detectar e investigar substâncias naturais com ação anti-inflamatória e a disponibilidade de métodos modernos de análise metabolômica, bem como de métodos in silico, propõe-se avaliar extratos de várias Asteraceae através de testes in vitro frente a inibição das enzimas ciclooxigenase (COX) e lipoxigenase (LOX). A realização de estudos metabolômicos, através do uso de CLAE-UV-EM, deverá ser seguida por métodos in silico, envolvendo ferramentas estatísticas e de quimioinformática, tais como análise multivariada e emprego de banco de dados de estruturas químicas. A análise da correlação entre os metabólitos dos extratos com os resultados dos ensaios in vitro deverá originar muita informação sobre a composição química dos extratos anti-inflamatórios e, principalmente, quais substâncias podem ser os responsáveis ou não pela atividade. Uma grande vantagem é que esta gama de informação deverá ser acessada antes mesmo de se isolar os constituintes, mesmo se estes forem minoritários, o que dificilmente seria possível através dos métodos fitoquímicos clássicos. Vale salientar que não se irá realizar apenas mais uma simples busca de substâncias ou extratos anti-inflamatórios, mas de ativos com mecanismos de ação requerido de inibição simultânea da COX e LOX. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |