| Processo: | 08/54059-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Dorotéia Rossi Silva Souza |
| Beneficiário: | Dorotéia Rossi Silva Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Assunto(s): | Cirurgia bariátrica Perfil lipídico Colelitíase Variantes genéticas Apolipoproteínas E |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Apolipoproteina E | Cirurgia Bariatrica | Colelitiase | Perfil Lipidico | Variantes Geneticas |
Resumo
Introdução - A colelitíase é uma das complicações pós-operatórias tardias em pacientes com obesidade mórbida submetidos à cirurgia bariátrica. Existem vários fatores litogénicos que influenciam a cristalização do colesterol levando á colelitíase. Nesse caso, destaca-se a apolipoprotetna E com ação reconhecida nas vias exógenas e endógenas do transporte, síntese e metabolismo de lipoproteínas plasmáticas, sugerindo a relação de variantes genéticas da apo E com essa doença. Objetivos-Avaliar a associação entre o polimorfismo apoE-Hha I e ocorrência de colelitíase no pós-operatório tardio em pacientes com obesidade mórbida submetidos à cirurgia bariátrica do tipo Y-de-Roux; avaliar a relação entre polimorfismo apo E-Hha I e tempo de pós-operatório no diagnóstico da colelitiase, nos referidos pacientes e avaliar a influência do polimorfismo apo E-Hha I no perfil lipídico e sua relação com colelitíase nos referidos pacientes. Casuística e Métodos- Serão selecionados 200 indivíduos, independente do sexo e grupo étnico, com idade entre 18 e 55 anos, que foram submetidos à cirurgia bariátrica, sendo distribuídos em dois grupos: Grupo 1 - 100 indivíduos com colelitiase no pós-operatório e Grupo 2 - 100 indivíduos sem história de colelitíase no pós-operatório acima de 8 meses. Será feita coleta de sangue venoso para análise genética. O DNA será extraído de sangue total e submetido à reação em cadeia de polimerase (PCR) convencional e restrição enzimática, seguido de eletroforese em gel de poliacrilamida, coloração com brometo de etídeo e visibilização em luz ultravioleta. A análise estatística compreenderá a aplicação de teste exato de Fisher ou qui-quadrado, análise multivariada e razão de chance, para avaliar a associação entre apo E4 e presença de colelitíase. Será admitido nível de significância para p < 0,05. (AU)
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