| Processo: | 08/55443-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Francisco Antonio Helfenstein Fonseca |
| Beneficiário: | Francisco Antonio Helfenstein Fonseca |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Ezetimiba Cromatografia a gás Aterosclerose Rosuvastatina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aterosclerose | Cromatografia Gasosa | Espectrometria De Massa | Ezetimiba | Fitosterolemia | Rosuvastatina |
Resumo
A beta-sitosterolemia foi descrita como uma doença recessiva rara, associada com aterosclerose prematura e grave. Mais recentemente, pequeno aumento na fitosterolemia foi associado com surpreendente aumento de risco de desfechos coronarianos principais. Alguns estudos também sugeriram um aumento na absorção intestinal de fitosteróis em pacientes sob terapia com estatinas, bem como aqueles sob maior consumo de fibras. Objetivos: este projeto visa comparar os efeitos de um tratamento com rosuvastatina 40 mg ou associação de sinvastatina 40 mg + ezetimiba 10 mg e fibras no grau de inibição da síntese endógena de colesterol e nos níveis séricos de fitosteróis. Métodos: serão incluídos 300 pacientes em prevenção primária ou secundária da doença coronariana, tratados aleatoriamente com os medicamentos mencionados durante o período de 1 a 12 meses. Os níveis séricos de precursores da síntese de colesterol (desmosterol e latosterol) e de fitosteróis (sitosterol e campesterol) serão analisados e quantificados por cromatografia gasosa e espectrometria de massa, no período basal, 90 dias e ao final do tratamento (12 meses). Conclusões: o estudo irá comparar modificações na fitosterolemia, sua associação com a inibição da síntese de colesterol, em pacientes com níveis similares de LDL-C, na condição basal e ao longo do estudo. Poderá ser revelado uma menor redução (%) no LDL-C com o uso isolado de estatina, está associada com aumento na fitosterolemia, sugerindo que a associação com o inibidor de absorção intestinal seria mais adequada, neste caso, do que a titulação para doses mais elevadas da estatina. O estudo poderá contribuir para uma melhor compreensão dos efeitos da terapia hipolipemiante e para estratégias terapêuticas da aterosclerose. (AU)
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