| Processo: | 08/58542-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Elen Haruka Miyabara |
| Beneficiário: | Lygia Samartin Gonçalves Luchini |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Músculo esquelético Sistema musculoesquelético Lesão muscular Crotoxina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Crotoxina | Lesao Muscular | Miotoxinas Ii E Iii | Musculo Esqueletico | Proteina De Choque Termico |
Resumo As fosfolipases A2 secretadas (sPLA2) oriundas de veneno de cobras viperídeas podem ser classificadas farmacologicamente, em neurotóxicas e não-neurotóxicas. Um bom exemplo de sPLA2 neurotóxica é a crotoxina (CTX), um componente do veneno da Crotalus durissus terrificus. Entre as sPI A2 não-neurotóxicas, dois tipos são descritos: a "clássica" Asp-49, a qual hidrolisa gücerofosfolípides como citado anteriormente, e a "Variante" Lys-49, que é homóloga à Asp-49, porém é descrita como não-catalítica. As miotoxinas II (Mt II) e HI (Mt III), isoladas do veneno de Bothrops asper, são exemplos bem caracterizados de Lys-49 e Asp-49, respectivamente. Apesar da CTX (sPLA2 neurotóxica) e das miotoxinas Mt II e Mt III (sPLA2 não-neurotóxica) induzirem lesão muscular esquelética com características estruturais bem conhecidas e similares (ruptura de miofibrílas, hipercontração celular, instalação de processo inflamatório entre outros), os mecanismos intracelulares que medeiam tal lesão são pouco explorados. Nesse sentido, possíveis candidatas a mediadoras intracelulares dessa ação, seriam as proteínas de choque térmico (HSPs), uma vez que essas proteínas estão envolvidas em situações de lesão celular. Recentemente, nosso grupo demonstrou que o tratamento com radicicol, um indutor de HSPs, não foi capaz de proteger o músculo gastrocnêmio contra lesão induzida por CTX in vivo; entretanto foi capaz de melhorar a regeneração (Conte et alM 2008). Resultados preliminares do nosso laboratório mostraram que as lesões musculares induzidas pelas miotoxinas Mt II e Mt III também não forarrí atenuadas pelo tratamento com radicicol. Ainda resta investigar o papel das HSPs na regeneração após lesão muscular induzida por Mt II e Mt III e a influência das HSPs na ação miotóxica de CTX, Mt II e Mt 111 in vitro. Portanto, o objetivo desse projeto é investigar o papel das HSPs na regeneração muscular após lesão induzida por Mt II e Mt III e; na ação miotóxica induzida por CTX. Mt II e Mt III em cultura primária de fibras musculares tratadas com radicicol. (AU) | |
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