| Processo: | 09/04890-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica |
| Pesquisador responsável: | Karin Hermana Neppelenbroek |
| Beneficiário: | Mírian Galvão Bueno |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anti-infecciosos Reabilitação bucal Rugosidade superficial Estomatite sob prótese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agentes antimicrobianos | Dureza Shore A | Estomatite protética | Materiais Resilientes | Mínima concentração inibitória | Rugosidade superficial | Reabilitação Oral |
Resumo Apesar da etiologia da estomatite protética ser considerada multifatorial, a infecção por C. albicans, é considerada o principal fator etiológico. A recorrência dessa patologia é comum em até duas semanas após seu tratamento devido a uma concentração insuficiente de antimicrobianos na superfície interna da prótese. Isso se deve à ação de limpeza da musculatura bucal, ao efeito diluente da saliva, à contaminação da resina acrílica da base em profundidade pelos microrganismos e à proteção dos mesmos à ação das drogas pelo sistema de biofilme. Por isso, no tratamento da estomatite protética, é imprescindível aumentar a concentração de antimicrobianos nos sítios infectados e ao, mesmo tempo, reduzir microrganismos das superfícies das próteses. A incorporação de agentes antimicrobianos em materiais resilientes para reembasamento temporário tem se mostrado efetiva na inibição de patógenos, apresentando vantagens como: redução do trauma causado pela prótese, eliminação do contato da mucosa infectada com a base acrílica e, portanto, do ciclo de re-infecção, ação dos agentes antimicrobianos sobre os tecidos paraprotéticos injuriados, custo reduzido e redução da participação ativa dos pacientes. Contudo, a adição das drogas pode promover efeitos deletérios às propriedades dos materiais resilientes como dureza e rugosidade superficial. Assim, foi julgado oportuno avaliar a longo prazo, o comportamento microbiológico, físico e mecânico de materiais resilientes após a incorporação de agentes antimicrobianos comumente utilizados para o tratamento da estomatite protética. Para isso, a ação antimicrobiana de alguns agentes (nistatina, miconazol, cetoconazol e clorexidina) sobre o biofilme de uma espécie de Candida (C. albicans SC5314) formado sobre materiais resilientes para reembasamento temporário de próteses (Softone e Trusoft) está sendo avaliada por meio da determinação da mínima concentração inibitória (MCI) e de sub-concentração inibitória (MCI50). Além disso, será avaliado o efeito da adição dessas concentrações de drogas sobre uma propriedade mecânica (dureza Shore A) e uma propriedade física (rugosidade superficial) dos materiais resilientes testados. (AU) | |
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