| Processo: | 09/09820-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Valmor Alberto Augusto Tricoli |
| Beneficiário: | Valmor Alberto Augusto Tricoli |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Treinamento de força Oclusão vascular mesentérica Hipóxia Hormônio do crescimento Fator de crescimento insulin-like I Hipertrofia Músculos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | força | hipertrofia | hipóxia | hormônios | Treinamento de força |
Resumo
O treinamento de força (TF) combinado com oclusão vascular (TFOV) tem sido proposto como uma nova estratégia para o aumento de força e da massa muscular. Estudos recentes têm demonstrado que o TFOV em baixas intensidades (20-50% 1RM) produz ganhos de força e hipertrofia similares ao TF em alta intensidade (80% 1RM). No entanto, os possíveis mecanismos envolvidos nessas adaptações não são muito claros. Uma possibilidade apresentada afirma que a hipóxia induzida pela oclusão elevaria as concentrações de hormônio de crescimento (GH), testosterona, IGF-1 e cortisol. Os três primeiros hormônios reconhecidamente contribuem para a síntese protéica. Porém, o ganho de massa muscular é determinado pelo balanço entre a síntese e a degradação protéica. Desta forma, não somente a ativação das vias de síntese, mas também uma maior inibição aos mecanismos de degradação protéica contribuiria para o aumento da massa muscular. A miostatina é um regulador negativo no ganho de massa muscular e até o presente momento não se sabe qual é o efeito do TFOV sobre sua atividade no músculo esquelético. Portanto, o objetivo deste estudo será investigar o comportamento da miostatina, a alteração hormonal e a adaptação funcional frente a diferentes protocolos de TF com e sem oclusão vascular. Para tanto, os sujeitos do estudo serão divididos em três grupos (20% 1RM com oclusão, 20% e 80% 1RM sem oclusão) e submetidos a oito semanas de TF no exercício de extensão de joelhos. Antes e após o período de treinamento será medida a força dinâmica máxima, a área de secção transversa do quadríceps femoral, a concentração plasmática de GH, testosterona, IGF-1 e cortisol e a atividade do gene da miostatina. (AU)
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