| Processo: | 09/11817-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Yara Maria Corrêa da Silva Michelacci |
| Beneficiário: | Giovani Bravin Peres |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Peptídeo hidrolases Metaloproteases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Catepsina | diabetes mellitus | enzimas lisossomais | glicosidase | metaloprotease | protease | Glicobiologia, proteoglicanos e glicosaminoglicanos |
Resumo Proteoglicanos (PGs) são macromoléculas amplamente distribuídas nos tecidos animais, desempenhando relevantes funções na matriz extracelular e na superfície celular. Sua degradação ocorre principalmente nos lisossomos, após endocitose, e inicia-se pela ação de proteases e endoglicosidases, que atuam sobre o esqueleto protéico e sobre os glicosaminoglicanos (GAGs), respectivamente. Os fragmentos menores dos GAGs são degradados a monossacarídeos e sulfato pela ação sequencial de exoglicosidases e sulfatases. Pequenas quantidades (cerca de 10% do total) são excretadas na urina. Alterações na excreção urinária de GAGs podem ser devidas a mudança sistêmica no metabolismo dessas macromoléculas ou a mudança no seu manuseio renal. Nosso laboratório demonstrou que, em modelo experimental de diabetes mellitus tipo I em ratos, ocorre uma importante e precoce diminuição na excreção urinária de GAGs, que cai a 1/5 do normal. Diabéticos também excretam menores quantidades de outro polissacarídeo sulfatado, dextran sulfato (exógeno). As moléculas maiores acumularam-se em fígado e rim, em maior quantidade nos diabéticos, indicando localização intracelular. Estes dados sugerem que a excreção dessas macromoléculas não depende exclusivamente da permeabilidade da membrana basal glomerular, mas também da participação de células renais. Nesse caso, a excreção urinária de polissacarídeos sulfatados talvez siga vias diferentes da albumina, possivelmente com participação de enzimas lisossomais. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho é investigar a expressão e a atividade de enzimas lisossomais, bem como de metaloproteases e inibidores, em fígado e rim de ratos diabéticos, em comparação com ratos normais. | |
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