| Processo: | 09/12019-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Denise Crispim Tavares |
| Beneficiário: | Pollyanna Francielli de Oliveira |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Baccharis dracunculifolia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Baccharina | Baccharis dracunculifolia | Camundongos Swiss | Células V79 | Ensaio do cometa | teste do micronucleo | Mutagênese química |
Resumo A Baccharis dracunculifolia (DC), conhecida popularmente como "alecrim-do-campo" ou "vassourinha", pertence à família Asteraceae, ordem Asterales. Essa espécie é nativa da América do Sul, com grande ocorrência no Brasil, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, onde é considerada a mais importante fonte botânica da chamada própolis verde. Esta própolis é conhecida por ser eficaz no combate a uma série de microorganismos e por isso é muito valorizada no mercado internacional, tendo sido alvo de muitas pesquisas com o intuito de se descobrir quais são os constituintes responsáveis por suas propriedades medicinais. O extrato das folhas da B. dracunculifolia tem sido usado na medicina popular para tratar distúrbios hepáticos. Estudos recentes relatam que a B. dracunculifolia bem como a própolis verde possuem perfil químico semelhante. As diversas atividades biológicas da B. dracunculifolia e da própolis verde tem sido atribuídas à constituição química, sendo a baccharina (ácido 3-prenil-4-diidrocinamoiloxi-cinâmico) um dos compostos majoritários. Uma vez que indução de mutações cromossômicas está envolvida no processo de carcinogênese, torna-se relevante estudar o potencial mutagênico e genotóxico da baccharina bem como sua influência sobre os danos produzidos por conhecidos compostos mutagênicos em células de mamíferos in vivo e in vitro, pelo teste do micronúcleo e ensaio do cometa. Nos experimentos in vivo serão analisadas as freqüências de micronúcleos e danos no DNA em células do sangue periférico e do fígado de camundongos Swiss, respectivamente. Para os ensaios in vitro, serão utilizados fibroblastos de pulmão de hamster Chinês (células V79). Considerando-se o uso potencial da baccharina como fitoterápico, estes estudos devem contribuir para o melhor entendimento de suas atividades biológicas. (AU) | |
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