| Processo: | 10/01286-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Margaret de Castro |
| Beneficiário: | Leandro Machado Colli |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/58365-3 - Fisiopatologia e etiopatogenia molecular de doenças relacionadas aos eixos corticotrófico, somatotrófico e neurohipofisário, AP.TEM |
| Assunto(s): | Endocrinologia Neoplasias hipofisárias beta Catenina MicroRNAs Via de sinalização Wnt Reação em cadeia da polimerase em tempo real Western blotting |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beta-catenina | microRNA | tumores hipofisários | Via Wnt | Endocrinologia |
Resumo Os mecanismos envolvidos na tumorigênese hipofisária ainda não estão elucidados. A aplicação dos conceitos gerais de tumorigênese parece adequada para os tumores hipofisários. O processo de formação tumoral envolve várias resultantes da interação de evento(s) iniciador(es) e, consequentemente, de fatores promotores do crescimento do clone tumoral. Adenomas hipofisários resultam da expansão monoclonal de células transformadas. Desta transformação e proliferação participam oncogenes, fatores de crescimento celular e genes supressores tumorais mutados. Expressão de miRNAs também vem sendo associado à tumorigênese hipofisária. Analisaremos a expressão relativa dos genes ²-catenina, Apc, Wnt4, Sfrp1, E-caderin, Tcf1, Wisp2, Myc, Dkk3, Axin1, P53 e Myb da via Wnt e de seus produtos protéicos em amostras de tumores hipofisários não secretores e secretores de GH e ACTH comparada com tecido hipofisário normal. Analisaremos, ainda, a expressão relativa de um painel de miRNAs em amostras de sangue periférico e tumoral de pacientes com tumores hipofisários não secretores e secretores de GH e ACTH. Compararemos a expressão dos miRNAs em amostras de sangue periférico com a de tumores hipofisários. Finalmente, avaliaremos a associação entre anormalidades na via Wnt e no painel de miRNAs com parâmetros clínicos e prognóstico dos diversos tipos de adenomas hipófise. Para tanto, utilizaremos as técnicas de PCR em tempo real, western blot e estudos funcionais. (AU) | |
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