| Processo: | 10/02568-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Larami Santoro |
| Beneficiário: | Karine Miki Yamashita |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Plaquetas sanguíneas Bothrops Coagulação Hemostasia Venenos de serpentes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bothrops | coagulação | Fator tissular | hemostasia | Plaquetas | venenos de serpentes | Venenos Animais |
Resumo No Brasil, as serpentes do gênero Bothrops são responsáveis por 90% dos casos notificados de envenenamentos ofídicos, evidenciando a grande relevância desses acidentes na área médica. O veneno da serpente B. jararaca pode induzir efeitos fisiopatológicos graves, incluindo distúrbios hemostáticos que causam alterações da função plaquetária e plaquetopenia. A fisiopatologia dos distúrbios plaquetários é complexa e diversas causas poderiam ser responsáveis pela plaquetopenia no envenenamento botrópico. Desta forma, o principal objetivo do projeto é investigar os mecanismos fisiopatológicos que induzem plaquetopenia em acidentes causados pela serpente B. jararaca, já que a plaquetopenia é uma das manifestações mais freqüentes apresentadas nos indivíduos acometidos. Faz-se necessário conhecer as causas da plaquetopenia nesses acidentes, já que ela é um fator prognóstico útil para o desenvolvimento de complicações locais e sistêmicas, por estar positivamente associada ao desenvolvimento de sangramentos e à gravidade do envenenamento. Para tanto, as principais famílias de proteínas presentes no veneno da serpente B. jararaca (metaloproteinases, serinaproteases e lectinas do tipo C), que podem estar diretamente envolvidas na patogênese da plaquetopenia, serão inibidas especificamente. A seguir os venenos tratados serão inoculados em ratos, utilizando duas vias de inoculação (intravenosa e subcutânea) para avaliar a importância da lesão local na indução da plaquetopenia. Parâmetros da hemostasia no plasma e no local da inoculação do veneno (deposição de plaquetas e expressão de fator tissular e isomerase de dissulfeto protéico) serão utilizados para avaliar a fisiopatologia da plaquetopenia no envenenamento botrópico. (AU) | |
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