| Processo: | 10/14633-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Reis Percequillo |
| Beneficiário: | Edson Fiedler de Abreu Júnior |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/16009-1 - Sistemática, evolução e diversificação da subfamília Sigmodontinae na América do Sul: a tribo Oryzomyini, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/15928-6 - Pequenos mamíferos não voadores da Estação Ecológica de Bananal: análises moleculares, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Rodentia Mamíferos Didelphimorphia Biogeografia Serra da Bocaina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | Didelphimorphia | Molecular | Morfologia | Rodentia | Serra da Bocaina | Taxonomia e sistemática da subfamília Sigmodontinae |
Resumo A Floresta Atlântica destaca-se como um dos biomas mais ameaçados no mundo, estando atualmente reduzida a 7,8% de sua área original (Myers et al., 2000; Campanili & Prochnow, 2006). Ainda assim, apresenta uma riqueza notória evidenciando-se como o segundo bioma com maior riqueza de mamíferos, no qual ocorrem 285 espécies, onde 50 são de roedores da subfamília Sigmodontinae (Miretzki, 2005; D'Elía et al., 2007). Isto corrobora com o fato de que o grupo dos pequenos mamíferos, formado por marsupiais e pequenos roedores, é o grupo ecológico mais diversificado de mamíferos nas florestas Neotropicais (Fonseca et al., 1996). Entretanto, existem inúmeras lacunas no conhecimento mastofaunístico do Bioma, bem como na distribuição e história natural das espécies que nele ocorrem. Dentro desta problemática, este trabalho busca, através do inventário das espécies de pequemos mamíferos da Estação Ecológica de Bananal, contribuir com a solidificação do conhecimento biogeográfico do grupo ao longo da Floresta Atlântica e, especialmente, produzir uma lista comentada das espécies com informações pertinentes as variações morfológicas, análises moleculares e história natural dos táxons, que auxilie nos seus diagnósticos. (AU) | |
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