| Processo: | 11/16377-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Gerson Bonfante |
| Beneficiário: | Vinicius Pavesi Fardin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Coroas dentárias Dente molar Ligas metalo-cerâmicas Porcelana dentária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerâmica | coroas | dente molar | Infra-Estrutura | Ligas metalo-cerâmicas | Mecânica | Porcelana Dentária | testes laboratoriais | Prótese Dentária |
Resumo As excelentes propriedades mecânicas da zircônia fazem com que ela seja o material cerâmico de eleição para as coroas e próteses fixas posteriores. Porém, os problemas relacionados à fratura ainda persistem. A falta de suporte das infra-estruturas às porcelanas é indicada como uma possível causa. O presente estudo visa avaliar através de testes laboratoriais se as infra-estruturas metálicas e cerâmicas com o desenho convencional ou modificado apresentam diferença estatística quanto à redução de complicações mecânicas, como fraturas e trincas na porcelana de revestimento ao receberem cargas axiais nas cristas marginais de coroas de um primeiro molar inferior. Quarenta coroas unitárias serão confeccionadas sobre preparos padronizados e divididos em 4 grupos: grupo I (infra-estrutura convencional de Cobalto-Cromo); grupo II (infra-estrutura modificada de Cobalto-Cromo); grupo III (infra-estrutura convencional de Zircônia - IPS Emax ZirCAD); grupo IV (infra-estrutura modificada de Zircônia - IPS Emax ZirCAD). Estas coroas serão submetidas ao teste de resistência à fadiga por meio da ciclagem dinâmica em água (1000000 ciclos ou até a fratura com carga variando de 30-300 N). Um indentador de aço inoxidável aplicará a carga axial na crista marginal mesial, e após o término do ciclo, se aplicará a carga axial na crista marginal distal do mesmo. A ciclagem será interrompida em intervalos de 125 mil ciclos a procura de danos com auxílio de estereomicroscopia. Ao final, as coroas fraturadas serão submetidas a microscopia eletrônica de varredura e as não fraturadas serão incluídas em resina epóxi e polidas sequencialmente para a análise dos danos. Cada corpo de prova receberá escores de acordo com o tipo de falha apresentada. Será utilizada o teste Kruskal-Wallis para verificar diferença estatística entre os grupos e o de Miller para as comparações múltiplas entre os grupos. (AU) | |
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