| Processo: | 11/17481-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Vanessa Soares Lara |
| Beneficiário: | Vanessa Soares Lara |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Ana Regina Casaroto |
| Assunto(s): | Microbiologia oral Candidose Estomatite Células epiteliais Prótese dentária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | Cândida Albicans | Epitélio palatal humano | Estomatite por dentadura | invasão celular | peptídeos antimicrobianos | Patologia Bucal |
Resumo
A presença do fungo Candida albicans nos biofilmes microbianos aderidos na superfície interna das próteses dentárias totais superiores está relacionada com uma doença inflamatória no palato, conhecida como estomatite por dentadura. As defensinas e catelicidinas são peptídeos antimicrobianos expressos por células epiteliais de mucosas, ambas com atividade contra C. albicans, atuando desde a inibição direta do patógeno até a modulação das respostas imune inata e adaptativa do indivíduo. O conhecimento da secreção conjunta das defensinas e catelicidinas se faz importante para o entendimento detalhado do processo patológico de doenças inflamatórias, como a estomatite por dentadura. Estudos in vitro com células epiteliais de palato humano desafiadas com C. albicans, avaliando a produção dos peptídeos, não foram encontrados. O objetivo deste trabalho é avaliar a produção in vitro dos peptídeos ²-defensina (hBD-2) e catelicidina (LL-37) por células epiteliais de palato humano, após desafio com C. albicans, correlacionando com eventos de apoptose e invasão celular provocados pelo fungo. As células provenientes de tecido palatal serão desafiadas por contato direto e indireto com C. albicans viável durante os tempos de 0, 12, 24 e 48 h. A apoptose celular será determinada pela marcação nuclear fluorescente com Hoechst 33258, e a invasão celular pelo fungo será avaliada, qualitativamente, através do método colorimétrico com laranja de acridina. A secreção e a expressão gênica de hBD-2 e LL-37 serão determinadas, pré e pós desafio, por ELISA e RT-PCR em tempo real. Os resultados serão expressos como média ± desvio padrão e submetidos aos testes estatísticos ANOVA Fatorial, Teste de Contraste e/ou Mann-Whitney (p<0,05). (AU)
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