| Processo: | 11/19988-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Celso Eduardo Benedetti |
| Beneficiário: | Valeria Yukari Abe |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Xanthomonas citri Interação planta-patógeno |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | TAL effectors | Xanthomonas aurantifolii | Xanthomonas citri | Interação planta-patógeno |
Resumo A citricultura representa um importante setor do agronegócio brasileiro. No entanto, o seu crescimento e competitividade têm sido limitados, entre outros fatores, pelo cancro cítrico. Esta é uma doença de séria ameaça, pois afeta a maioria das variedades comerciais, sendo as formas de controle bastante onerosas. O cancro cítrico é causado pelas bactérias Xanthomonas citri e Xanthomonas aurantifolii. Enquanto X. citri causa cancro em todas variedades de citros, X. aurantifolii patotipo C causa doença apenas no limão Galego, desencadeando resposta de defesa em laranja doce. Nosso grupo vem estudando as bases moleculares que determinam esse diferencial de patogenicidade na laranja doce. Em trabalho prévio verificamos que as duas bactérias apresentam um arsenal distinto de efetores tipo "TAL" (transcription activator-like effectors) e temos evidências de que os efetores TAL de X. aurantifolii (PthCs 1 e 2) atuem como proteínas Avr ("avirulence") na laranja doce ao passo que os efetores de X. citri (PthAs 2 e 4) estariam associados ao desenvolvimento dos sintomas do cancro. Nessa proposta, objetivamos elucidar a função dos efetores TAL de X. citri e X. aurantifolii como fatores de patogenicidade/avirulência em diferentes plantas hospedeiras. Para tanto, pretendemos obter mutantes de deleção nos genes pthAs da cepa 306 a fim de avaliar a contribuição de cada pthA no desenvolvimento da cancro em citros. Ainda, pretendemos complementar esses mutantes com os respectivos genes pthAs e com os genes pthCs, e complementar um outro mutante não-patogênico de X. citri (B21) deficiente em proteínas TAL com os diferentes efetores de X. citri e X. aurantifolii que dispomos. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |