| Processo: | 11/21685-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Lancellotti |
| Beneficiário: | Marcelo Lancellotti |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Farmacogenética Doenças urológicas Infecções bacterianas Resistência microbiana a medicamentos Antibióticos Testes farmacogenômicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bactérias multiresistentes | Farmacogenômica | Infecção do trato urinário | mecanismos de resistência a antibióticos | Farmacogenômica e Liberação controlada de Fármacos |
Resumo
A infecção do trato urinário (ITU) é uma patologia muito comum, caracterizada pela presença de microrganismos no sistema urinário. Tais patologias são responsáveis por grande parte dos processos infecciosos adquiridos na comunidade e nos ambientes hospitalares. Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosas e Klebsiella pneumoniae são descritas, na literatura, como as principais responsáveis pelas causas de ITU. O uso indiscriminado dos antibióticos ao longo do tempo fez com que os microrganismos patogênicos criassem mecanismos adaptativos de resistência a várias drogas existentes, tornando-se alvo de preocupação dos órgãos públicos de saúde, principalmente no que se diz respeito a ambientes hospitalares. A metabolização dos antibióticos comumente usados não são alvos de estudos farmacogenômicos dos processos de metabolização hepática das formas ativas dos antibióticos para o tratamento destas infecções. Este trabalho terá como objetivo avaliar o perfil de resistência de bactérias causadoras de ITU e correlacionar a taxas de liberação subefetivas de diferentes antibióticos ²-lactâmicos e quinolonas na aquisição de resistência "in vitro" (com o uso de nanocarreadores, como sistemas micelares, para liberação controlada dos fármacos), com o uso de nanoformulações de liberação controlada, e, principalmente, "in vivo" com a verificação dos perfis polimórficos do gene responsáveis pela metabolização hepática dos antibióticos da classe dos ß-lactâmicos e das quinolonas, em pacientes com infecções recorrentes do ITU. Neste último caso, serão avaliados os perfis de polimorfismos obtidos por triagem através do método de High Resolution Melt - Real Time PCR - seguido de seqüenciamento do gene contendo o polimorfismo de interesse. O polimorfismo de interesse será selecionado através da recorrência da infecção por bactérias multirresistentes, em concordância com diferenças no perfil de bases nucleotídicas dos genes responsáveis pelo metabolismo e liberação de ß-lactâmicos e quinolonas pelos genes do citocromo P - CYP, especialmente o CYP450. Além disso, os ensaios "in vivo" e "in vitro" de liberação controlada, frente a cultivos bacterianos passíveis à aquisição de resistência fornecerão dados para a compreensão do processo de desenvolvimento da resistência bacteriana aos antibióticos aqui estudados. (AU)
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