| Processo: | 11/50895-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Elliot Watanabe Kitajima |
| Beneficiário: | Elliot Watanabe Kitajima |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/05688-0 - Avaliação da diversidade dos patógenos moleculares (vírus e viróides de plantas) no brasil,
BP.TT 12/10199-6 - Avaliação da diversidade de patógenos moleculares (vírus e viróides) de plantas no Brasil, BP.TT |
| Assunto(s): | Banco de dados Viroides Vírus de plantas Virose vegetal Plantas Botânica (classificação) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Banco De Dados | Levantamento De Viroses | Viroides | Virus De Plantas |
Resumo
Considerando que, parasitas moleculares devam ser consideradas como organismos pertencentes ao bioma, gerar e atualizar uma listagem dos vírus e viróides de plantas (nomes em português e inglês, posição taxonômica) encontradas no Brasil, especificando a hospedeira (nome vulgar [em português e inglês], nome científico, sintomas), local de ocorrência, data, vetores, referencias, comentários sabre importância econômica, relação com ocorrências similares no exterior, etc.) e disponibilizá-la através do site do Programa Biota, a comunidade do país e do exterior, como parte do Programa Biota. As fontes de informações serão as publicações existentes em revistas, anais de congressos, teses/dissertações e no currículo Lattes. Como corolário, preparar um cadastro dos especialistas da área, banco de informações sabre reagentes imunológicos ou moleculares disponíveis para detecção/identificação destes patógenos e de eventuais coleções dos mesmos (vivos ou conservados). A fim de alimentar esta listagem, prosseguir nos trabalhos de levantamentos de vírus e virusóides especialmente onde há carência de informações (p.ex. estados como Piauí, Maranhão, Rondônia, Roraima, Acre, Amapá, etc.). Espera-se ter, como outra consequência de tais atividades, a geração de uma rede de comunicação entre os virologistas de plantas e outros interessados no assunto. (AU)
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