| Processo: | 12/01296-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Simone de Pádua Teixeira |
| Beneficiário: | Thais Cury de Barros |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leguminosae Estruturas secretoras em plantas Anatomia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anatomia | estruturas secretoras | glandula | Leguminosae | Morfologia floral | Estruturas secretoras |
Resumo Glândulas em anteras ocorrem em um pequeno número de famílias de angiospermas. A tribo Mimoseae, da família Leguminosae, detém a maioria dos registros para essa estrutura, presente em quase todos os seus representantes. As glândulas são pluricelulares, compostas geralmente de um pedúnculo multisseriado e uma cabeça secretora, que apresentam grande diversidade morfológica. As principais hipóteses levantadas em relação à função exercida pelas glândulas associam-nas à polinização, seja por meio da produção de substâncias que atuem como recompensa alimentar aos polinizadores, ou de substâncias aderentes, que prendam o pólen ao corpo dos animais visitadores. Pouco se conhece a respeito da natureza química dos compostos produzidos por tais estruturas, constando na literatura relatos de produção de substâncias hidrofóbicas, compostos fenólicos e carboidratos. A origem das glândulas também não foi estudada e, portanto, não se sabe se são estruturas homólogas no grupo ou resultado de convergência adaptativa. Assim, os objetivos do trabalho são: (1) estudar detalhadamente a diversidade morfológica das glândulas presentes nas anteras, desde sua origem até a fase pós-secretora, em espécies de Mimoseae; (2) analisar a composição química do exsudato, para juntamente com dados de observações da flor em campo, atribuir funções à glândula; e (3) comparar a morfologia da glândula entre as espécies de gêneros posicionados em diferentes clados na árvore filogenética proposta para a tribo, a fim de inferir se as glândulas são homólogas ou homeoplásticas na tribo. | |
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