| Processo: | 12/08689-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Paulo Sergio Moreira Carvalho de Oliveira |
| Beneficiário: | Marianne Azevedo Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Genética molecular Filogeografia Genética populacional Micro-organismos Repetições de microssatélites Formicidae Oligonucleotídeos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camponotus renggeri | Camponotus rufipes | Microssatélites | Sistematica | Sistemática molecular de insetos |
Resumo Camponotus rufipes (Fabricius) e Camponotus renggeri (Emery) são formigas dominantes e que participam de várias interações importantes com outros insetos e plantas no Cerrado. Embora existam diferenças e semelhanças ecológicas entre elas, os critérios de classificação das duas espécies são baseados apenas em caracteres fenotípicos clássicos, o que gera incerteza sobre os limites taxonômicos entre os dois vistos que são muito semelhantes morfologicamente. Neste contexto, marcadores microssatélites têm sido amplamente utilizados a fim de proporcionar uma melhor compreensão sobre os limites que separam as espécies. Assim, este estudo tem por objetivo desenvolver esses marcadores para as duas espécies em questão a fim de buscar evidências moleculares que permitam esclarecer melhor o status taxonômico das mesmas. Utilizar-se-á para tal a estratégia de biblioteca enriquecida, que consiste basicamente no uso de oligonucleotídeos (CT)8 e (GT)8 biotinolados e posterior recuperação por partículas magnéticas ligadas à estreptavidina. Testes de transferibilidade serão realizados entre as duas espécies e os dados analisados com abordagens tanto frequentistas como bayesianas. Por fim, este estudo também disponibilizará ferramentas moleculares para o estudo de C. rufipes e de C. renggeri em diversas áreas do conhecimento como biologia comportamental, genética de populações, filogeografia dentre outras.(AU) | |
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