| Processo: | 12/22077-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula de Moraes |
| Beneficiário: | Ana Paula de Moraes |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/22215-3 - Respostas do genoma vegetal às variações ambientais: o que as Orchidaceae têm a contar?, AP.JP |
| Assunto(s): | Citogenética vegetal Variação (biologia) Evolução vegetal Genomas Cromossomos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cromossomos | disploidia | Evolução | Fish | rDNA | Tamanho de genoma | Citogenética |
Resumo Espécies vicariantes apresentam distribuição disjunta, podendo levar a especiação e endemismos. Estudos que relacionem a estrutura genética com a distribuição geográfica das plantas são prementes, permitindo entender quais são as consequências da fragmentação de habitat sobre a biologia destas espécies e a relação entre ambiente e genoma. Entretanto, apesar da mega biodiversidade vegetal encontrada nos neotrópicos, praticamente inexistem trabalhos em que a vicariância tenha sido abordada do ponto de vista cromossômico. Visando minimizar este gap, a família Orchidaceae será utilizada de modelo, pois apresenta espécies ocorrentes em formações vegetais abertas, como fechadas; diferentes hábitos e distribuição geográfica ampla. As mudanças observadas nos caracteres genômicos podem ser relacionadas com as variações ambientais, mantendo a taxa de recombinação em situações que favoreçam a manutenção de um determinado genótipo ou alterando a taxa de recombinação em condições de grande instabilidade ambiental. Nestas condições de instabilidade os retrotransposons igualmente podem tornar-se mais ativos, re-padronizando o genoma e levando a um incremento na quantidade de DNA, sendo que esta variação é considerada uma das principais causas de divergência entre espécies. Para tal, quatro subprojetos são propostos, onde espécies de Epidendrum, Acianthera e Maxillarineae serão analisadas do ponto de vista cromossômico e de tamanho de genoma, em uma abordagem citogeográfica, visando compreender as relações genoma x ambiente. (AU) | |
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