| Processo: | 12/23393-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 07 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Gisele Akemi Oda |
| Beneficiário: | Patricia Tachinardi Andrade Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/23843-6 - Padrões temporais da atividade locomotora e de temperatura corporal em situações de desafios energéticos: uma abordagem em campo e em laboratório, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Regulação da temperatura corporal animal Tuco-tuco de Catamarca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diurnalidade e noturnalidade | Energética | padrões de atividade | termorregulação | Cronobiologia |
Resumo O tuco-tuco Ctenomys aff. knighti é um roedor subterrâneo que habita o semiárido noroeste argentino. Esse animal é noturno em laboratório, apresentando ritmos diários de atividade locomotora e de temperatura corporal (Tc). Surpreendentemente, apresenta, na natureza, atividades diurnas de forrageamento e de manutenção de seus túneis, exibidas diariamente. A mudança entre atividade noturna em laboratório para diurna em campo já foi observada em outros roedores e há crescentes indicações de que isso pode estar associado à discrepância entre a alimentação ad libitum do laboratório e a necessidade do animal despender energia para obter seu alimento na natureza. Segundo essa hipótese, a grande demanda energética do forrageamento provoca reestruturação do sistema circadiano, culminando na inversão entre noturnalidade para diurnalidade. A atividade diurna fornece uma contrapartida ao alto dispêndio energético, permitindo que o animal repouse e mantenha sua Tc mais baixa durante as horas mais frias da noite, em tocas onde a temperatura é mais elevada, assumindo posturas que aumentam a insulação e economizando com a termorregulação. Os tuco-tucos constituem um sistema interessante para a investigação dessa hipótese, uma vez que o seu forrageamento envolve escavação, que demanda muita energia. O objetivo deste projeto é realizar medidas em campo e em laboratório que possam dar início à abordagem da hipótese acima, em tuco-tucos. Para isso, iremos caracterizar a variação diária do dispêndio de energia em condição ad libitum, medir o dispêndio de energia em diferentes temperaturas ambientais (Ta), caracterizar as Ta na superfície e dentro das galerias dos tuco-tucos e medir o ritmo de Tc em campo. (AU) | |
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