| Processo: | 12/15767-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Gisele Akemi Oda |
| Beneficiário: | Gisele Akemi Oda |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Verônica Sandra Valentinuzzi |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 13/50482-1 - Estudos cronobiológicos em roedores subterrâneos (Ctenomys aff. knighti), em laboratório e em campo, AP.R |
| Assunto(s): | Cronobiologia Ritmos biológicos Ritmo circadiano Sincronização Roedores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cronobiologia | Ctenomys | diurnalidade | noturnalidade | ritmos circadianos | roedores subterrâneos | sincronização | Cronobiologia |
Resumo
Ritmos biológicos diários com períodos de 24h são sincronizados, diariamente, por ciclos ambientais terrestres como os de iluminação e de temperatura. Organismos subterrâneos são interessantes nesse estudo, por habitarem ambientes extremos nos quais esses ciclos são atenuados. Temos realizado um estudo cronobiológico em uma espécie de roedor subterrâneo endêmico da América do Sul (Ctenomys aff. knighti) conhecido como tuco-tuco. Eles apresentam ritmos diários de atividade locomotora e de temperatura corporal, sendo esses ritmos sincronizados por ciclos diários de claro/escuro, tanto em laboratório como em campo. Em laboratório, os tuco-tucos são marcadamente noturnos. No entanto, esses animais apresentam, somente na natureza, atividade diurna associada ao forrageamento. São diversas as hipóteses que tentam explicar a discrepância entre a diurnalidade/noturnalidade em campo e em laboratório sendo nosso objetivo a investigação de duas alternativas principais: 1) discrepância entre sincronização fótica natural e de laboratório; 2) discrepância entre a alimentação ad libitum de laboratório e a disponibilidade alimentar natural, que faz o animal "trabalhar" para obter o seu alimento, na natureza, com grande dispêndio de energia para o forrageamento. Ajustes termorregulatórios associados a esses novos desafios energéticos poderiam reestruturar a organização circadiana da fisiologia e do comportamento, levando um animal noturno a expressar atividade durante o dia (Hut et al., 2011). Nossa linha de investigação paralela em campo e em laboratório indica que os tuco-tucos subterrâneos são um excelente sistema para essa investigação. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |