| Processo: | 12/50842-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Acordo de Cooperação: | CNPq - Programa Primeiros Projetos |
| Pesquisador responsável: | Sandra Yasuyo Fukada Alves |
| Beneficiário: | Sandra Yasuyo Fukada Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Imunologia Reabsorção óssea Citocinas Resposta inflamatória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Il-33 | Inflamacao | Reabsorcao Ossea | Receptor St2 |
Resumo
O termo osteoimunologia foi originado de estudos que mostram a interação entre o sistema imunológico e o sistema esquelético. Vários mediadores liberados durante uma resposta inflamatória persistente podem regular o desenvolvimento e a função de osteoclastos e osteoblastos, as quais são células responsáveis pela degradação e formação da matriz óssea, respectivamente. O mecanismo de regulação, formação e ativação dessas células é crítico para a compreensão das doenças osteolíticas. A exposição pulpar e presença de bactérias na polpa dental dispara a produção de citocinas inflamatórias e conseqüente reabsorção óssea. Sabe-se que várias citocinas estão envolvidas na reabsorção óssea como, por exemplo, IL-1 e o TNF-a e outras como a IL-18 na inibição. Há relatos que a IL-33, um membro da família da IL-1, está relacionada com a progressão da reabsorção óssea na artrite reumatóide. Estudos in vitro identificaram que esta citocina leva a ativação dos osteoclastos humanos. Neste sentido, há evidências de que a IL-33 atua na osteoclastogênese e reabsorção óssea, contudo o papel da IL-33 no desenvolvimento da lesão periapical ainda é desconhecido. Portanto, nosso objetivo é investigar o papel da IL-33 no mecanismo de defesa na polpa exposta e conseqüente reabsorção óssea utilizando um modelo de lesão periapical. Pretende-se entender, como esta citocina influencia a ativação dos osteoclastos e consequentemente, a reabsorção óssea. O conhecimento da ação desta citocina sobre as células inflamatórias envolvidas na lesão periapical bem como a compreensão dos mecanismos celulares e moleculares envolvidos na modulação do metabolismo ósseo pode contribuir para o desenvolvimento de um protocolo de tratamento que poderia levar ao equilíbrio dessa patologia. (AU)
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