| Processo: | 12/51215-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Pesquisador responsável: | Claudia Bincoletto Trindade |
| Beneficiário: | Claudia Bincoletto Trindade |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Antineoplásicos Leucemia mieloide Quinase 3 da glicogênio sintase Apoptose Autofagia Proteínas tirosina quinases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Apoptose | Autofagia | Glicogenio Sintase Quinase 3 | Inibidores De Tirosina Quinase | Leucemias |
Resumo
Embora a autofagia seja bem conhecida como um processo fisiológico em que os componentes celulares são degradados pelos lisossomos, estudos atuais indicam que a autofagia pode também suprimir ou aumentar a sobrevivência de células tumorais. Nas leucemias, a autofagia geralmente encontra-se desregulada. Além disso, a via GSK3, a qual parece ter uma relação direta com a autofagia, tem sido apontada como importante moduladora do crescimento de células leucêmicas MLL, um sub-tipo de leucemia aguda extremamente agressivo e de pobre prognóstico. Sendo assim, este projeto visa entender a autofagia e a participação da via de sinalização GSK3 na morte e/ou sobrevivência de células leucêmicas. Para isto utilizando quatro linhagens celulares com características moleculares especificas como a HL60 (promielocítica-like), NB4 (leucemia pró-mielocítica), K562 leucemia mielóide crônica e Lucena (K-562 resistente a vincristina), pretendemos avaliar como a modulação da autofagia e da via GSK-3 altera a resposta da primeira linhagem a citosina arabinosídeo, da segunda linhagem ao ácido retinóico (ATRA) e das duas ultimas ao mesilato de imatinibe (MI) e nilotinibe. Estes estudos serão realizados através de testes de citotoxicidade, morte celular (marcação com AnexinaV/lodeto de propídeo), ciclo celular (marcação do iodeto de propídeo), estudo de proteínas envolvidas na apoptose e autofagia, como a razão LC3II/I, beclina 1, p62, Bcl2/Bax e p53 (por immunobloting). Esta ultima metodologia também será utilizada na avaliação da proteína GSK3 total e fosforilada. A diferenciação celular será estudada utilizando anticorpos específicos para células progenitoras e maduras como CD34+ e CD11b, respectivamente por citometria de fluxo. A proliferação celular será avaliada por cultura clonal na presença de fatores de crescimento específicos para a linhagem mielóide como GM-CSF. Além disso, avaliaremos a participação da caspase-3 na morte celular nos grupos estudados. Esperamos, com este trabalho, avançar um pouco mais no conhecimento do impacto da autofagia e da via GSK-3 no tratamento das leucemias objetivando o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. (AU)
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