| Processo: | 13/12284-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Radiologia e Fotobiologia |
| Pesquisador responsável: | Juliana Ferreira Strixino |
| Beneficiário: | Juliana Ferreira Strixino |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Cristina Kurachi ; Isabelle Ferreira ; Josane Mittmann ; Leandro José Raniero ; Marco Antonio de Oliveira |
| Assunto(s): | Terapia fotodinâmica Leishmaniose cutânea Fármacos fotossensibilizantes Microscopia óptica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fotossensibilizadores | Leishmaniose Cutânea | microscopia óptica | Terapia Fotodinâmica | Biofotônica - Terapia Fotodinâmica e Diagnóstico Óptico |
Resumo
As Leishmaníases são doenças infecciosas causadas por protozoários do gênero Leishmania que apresentam duas formas evolutivas: uma forma flagelada, a promastigota, responsável pela infecção e uma forma aflagelada, a amastigota forma em que o parasita se multiplica no hospedeiro vertebrado. A doença pode se manifestar nas formas cutânea, muco-cutânea, ou visceral, sendo essa última a forma mais grave da doença. A Leishmaniose tegumentar está presente em 80 países, é considerado pela Organização Mundial de Saúde um problema de saúde pública, com uma estimativa de 65.000 novos casos por ano no Brasil, sendo o país com maior prevalência da doença no continente americano. O tratamento convencional é realizado com Antimoniais pentavalentes, Pentamidinas e antibióticos, no entanto são tratamentos agressivos ao paciente e que causam efeitos colaterais como náuseas, vômito e mialgia. A terapia fotodinâmica associa uma substância fotossensível, fonte de luz e oxigênio molecular para induzir a formação de espécies reativas de oxigênio induzindo a inviabilização das células alvo por apoptose. É uma alternativa atraente para o tratamento da forma cutânea pela seletividade do campo de tratamento, tornando possível tratar as lesões individualmente, sem o impacto que as drogas administradas sistemicamente apresentam. O objetivo desse projeto é testar o efeito fototóxico de clorina, porfirina, azuleno e curcumina em promastigotas de Leishmania major e Leishmania braziliensis e em co-cultivo de macrófagos infectados com ambas as espécies de Leishmania, por meio de técnicas de microscopia confocal, varredura e transmissão, além de empregar análise morfológica e FT-IR, a fim de verificar o potencial desses compostos para o tratamento de Leishmaniose Tegumentar, e futuramente realizar testes in vivo, se obtidos resultados favoráveis com os testes in vitro. (AU)
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