| Processo: | 13/20688-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Fernando Luis Medina Mantelatto |
| Beneficiário: | Juliana Murarolli Paixão |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/50188-8 - Crustáceos decápodes: multidisciplinaridade na caracterização da biodiversidade marinha do estado de São Paulo (taxonomia, espermiotaxonomia, biologia molecular e dinâmica populacional) (Biodiversidade Marinha), AP.BTA.TEM |
| Assunto(s): | Anomuros Filogenia molecular Taxonomia molecular Crustacea |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anomura | Crustacea | Emerita | Sistemática Molecular | taxonomia molecular | Sistemática de Crustáceos Decápodes |
Resumo Embora constitua um gênero amplamente distribuído, as espécies de Emerita possuem alguns aspectos ainda pouco estudados, principalmente quanto aos problemas taxonômicos. Conhecidos popularmente por "tatuí" ou "tatuíra", esses pequenos crustáceos decápodes estão localizados em regiões temperadas e tropicais, sendo animais exclusivamente marinhos, que pertencem à fauna intermareal. Existem duas espécies registradas na costa brasileira, Emerita brasiliensis Schmitt, 1935 e E. portoricensis Schmitt, 1935. A distribuição geográfica de E. brasiliensis abrange o sudeste do México, Venezuela, Trinidad e Brasil (do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul), Uruguai até Argentina, enquanto que E. portoricensis distribui-se da Flórida, Antilhas, Colômbia, Venezuela até Brasil (do Maranhão a Sergipe). Estas distribuições descontínuas parecem sugerir duas hipóteses: a primeira que essas espécies são equivalentes ecologicamente e assim a presença de uma não pode tolerar a presença da outra; a segunda hipótese sugere que as duas espécies são, na verdade uma única espécie, com variações morfológicas ao longo de sua distribuição geográfica. Esta inferência é oriunda do fato de que os caracteres morfológicos que distinguem as duas espécies não são muito claros, e pouco se sabe sobre a existência de fluxo gênico entre as populações com tais distribuições interrompidas. | |
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