| Processo: | 13/23850-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 04 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo Ambrósio |
| Beneficiário: | Mariana Trés Cardoso |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Medicina regenerativa Células-tronco mesenquimais Âmnio Teratogênese Dente canino Felidae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amnio | canino | Células tronco | comparação molecular | Felino | Células tronco mesenquimais |
Resumo Estudos têm revelado que a membrana amniótica humana, felina e canina representa uma boa fonte de células tronco mesenquimais (CTM). Sua obtenção não causa conflitos éticos, pois o âmnio é comumente descartado após o nascimento do indivíduo. Devido à característica inovadora da utilização de células tronco na medicina regenerativa, diversos testes estão sendo realizados a fim de sanar dúvidas sobre possíveis complicações de seu emprego, tais como: infecções no ato da aplicação, deterioração da função tecidual e principalmente sobre o potencial carcinogênico das linhagens celulares. Testes teratogênicos mostraram-se negativos nas espécies felina e humana, viabilizando a utilização deste tipo de célula nestas espécies, porém, o mesmo teste foi realizado em cães com resultado positivo para teratoma condenando a sua utilização. A proposta deste estudo é traçar um perfil molecular e teste teratogênico minucioso comparativo entre a membrana amniótica canina e felina uma vez que os experimentos foram favoráveis nesta espécie, com vistas a descobrir em que ponto elas se diferem que possa justificar os resultados obtidos em estudos anteriores com âmnio canino. Para a análise das células será utilizada membrana amniótica obtida de neonatos nascidos por cesareana ou castrações eletivas de cadelas prenhes na faixa etária de 30 a 45 dias do Hospital Veterinário FZEA(UDHC) e campanhas de castração em Pirassununga. O âmnio será separado manualmente das outras membranas fetais e acondicionado em placas de Petri. Ele será lavado em solução de PBS-L, macerado manualmente, submetido à digestão enzimática e posteriormente cultivado em meio de cultura para células mesenquimais. Após o estabelecimento da cultura serão realizados análises de R-PCR, imunocitoquímica e citometria de fluxo para a identificação dos marcadores mesenquimais CD90, CD105 e CD73, marcadores hematopoiéticos CD45 e CD34, marcadores tumorais Vimentina, Nestina, p-53, c-Myc e CD30 além do teste carcinogênico em camundongos imunossuprimidos. (AU) | |
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