| Processo: | 14/03947-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Elaine Hatanaka Dermargos |
| Beneficiário: | Elaine Hatanaka Dermargos |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Cicatrização Ferimentos e lesões Queratinócitos Ácidos graxos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácidos graxos | cicatrização | queratinócitos | Reparo Tecidual |
Resumo
A aplicação tópica de ácidos graxos para o tratamento de feridas é uma pratica comum na cultura popular de diversos países, mas os mecanismos de ação dessas substâncias são obscuros, principalmente no que se refere à ação de ácidos graxos nas células e mediadores envolvidos no reparo tecidual. Dentre os diversos tipos celulares da pele, os queratinocitos predominam na epiderme. Até recentemente, os queratinócitos eram reconhecidos como células envolvidas no processo da formação de tecido de granulação e na fase de reepitelização, importantes no processo da formação da membrana basal e formação do estrato córneo. Porém, nos ultimos anos têm se tornado um importante protagonista nas fases iniciais da cicatrização, onde têm orquestrado a modulação de resposta inflamatória e migração de outros tipos celulares no local da ferida. Quando ativados, os queratinócitos são capazes de produzir e secretar uma ampla variedade de modulatores do reparo tecidual, incluindo citocinas, fatores de crescimento e quimiocinas, que contribuem para reações imunologicas e inflamação cutânea. Este estudo tem como objetivo determinar os efeitos dos ácidos oleico, linoleico, EPA e DHA no processo de cicatrização através de estudos in vitro e in vivo focados na função de queratinócitos. In vivo, verificaremos os efeitos dos ácidos graxos em queratinócitos, da linhagem HaCaT atraves da análise de: (a) fragmentação de DNA, (b) integridade de membrana, (c) ensaio clonogênico, (d) liberação de citocinas (TNF-±, IL-1² e IL-8) e (e) ensaio de proliferação. Se houver efeitos, serão realizados ensaios que elucidem as vias de sinalização envolvidas (ERK1/2, Akt e MAPKp38). Nos estudos in vivo, em ratos feridos e tratados topicamente com os ácidos graxos serão realizadas: (a) análise macroscópica do processo de cicatrização e (b) detecção de citocinas proinflamatórias (TNF-±, IL-1² e IL-8), e fatores de crescimento (KGF, VEGF e TGF-²) produzidos no ferimento nas diferentes fases do processo de cicatrização. Nossa perspectiva futura é de que, se houver efeito benéfico dos ácidos graxos, esses sejam evidenciados bem como o mecanismo envolvido determinado. Identificando a ação específica dos ácidos graxos na cronologia da lesãol existirão possibilidades de desenvolver formulações (biomembranas, géis, pomadas) para aplicação em humanos. (AU)
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