| Processo: | 14/05563-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 18 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 05 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Renato de Moraes |
| Beneficiário: | Brenda Chung da Rocha |
| Supervisor: | Andreas Moeller |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Kansas, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 12/22380-7 - Origem e evolução da fusão nos migmatitos e granulitos da nappe socorro-guaxupé, na região de alfenas (mg), BP.DR |
| Assunto(s): | Zircão Geocronologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | datação U-Pb in-situ | Granulitos | migmatitos | monazita | trajetórias P-T-t | zircão | geocronologia |
Resumo Um dos grandes desafios na petrologia metamórfica é vincular o crescimento de fases acessórias como zircão e monazita, que fornecem as informações de idade, com a assembléia metamórfica principal a partir da qual as informações PT são extraídas. Apesar do zircão e monazita serem comumente usados na geocronologia U- Th- Pb, devido à sua estabilidade química durante os processos ígneos e metamórficos e suas altas temperaturas de fechamento, eles podem ser consumidos durante o pico metamórfico. Inclusões de minerais metamórficos em zircão e monazita podem fornecer uma ligação direta entre datação e metamorfismo. O estudo da composição de elementos traço em zircão e monazita também pode ser utilizado para relacionar o seu crescimento com uma associação de minerais metamórficos principais, proporcionando evidência para os diferentes episódios de crescimento de zircão e monazita, e são combinados com os dados geocronológicos para estabelecer trajetórias PTt. Estas abordagens serão utilizadas na presente investigação, granulitos e migmatitos da Nappe Socorro - Guaxupé, MG, em que zircão e monazita ocorrem em vários tipos de rochas e em diferentes tipos de textura. Datação e análise de elementos traço serão realizadas na Universidade do Kansas, EUA, sob a supervisão do Prof Dr. Andreas Möller, especialista em vincular informações de idade a partir da datação isotópica in-situ com episódios distintos de metamorfismo e fusão para reconstruir a evolução dos cinturões orogênicos. A abordagem utilizada pelo Professor Möller, que inclui análises isotópicas e de elementos traço in-situ em seções delgadas, permite manter o controle sobre as texturas que fornecem informações em tempo relativo. (AU) | |
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