| Processo: | 14/23304-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 02 de dezembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia Física |
| Pesquisador responsável: | Hugo Ricardo Zschommler Sandim |
| Beneficiário: | Kahl Dick Zilnyk |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mudança de fase Transformação martensítica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aços ferrítico-martensíticos | aços ODS | Ebsd | materiais estruturais para reatores de fusão e de fissão nuclear | relações de orientação | Transformação martensítica | Transformações de Fases |
Resumo O presente projeto tem como objetivo estudar a transformação martensítica em dois aços com elevado potencial para aplicação na indústria nuclear: os aços EUROFER-97 e ODS-EUROFER. Os dois aços possuem composição química bastante similar, porém o ODS-EUROFER é endurecido por uma dispersão nanométrica de partículas de óxidos ricas em ítrio. Estes materiais poderão ser empregados em usinas de fissão e de fusão nucleares na condição revenida. No entanto, picos de temperatura durante a operação do reator podem superar a temperatura de austenitização levando à formação de martensita durante o resfriamento. Objetiva-se aprofundar os estudos em andamento (Projeto FAPESP n° 2013/19197-9) para determinar a influência de parâmetros metalúrgicos na transformação martensítica (temperatura de austenitização, tempo de encharque, tamanho de grão e taxa de resfriamento) quanto às relações de orientação cristalográfica entre a martensita formada e a austenita primária. Para tanto, medidas de EBSD serão realizadas nestes aços para permitir a reconstrução das estruturas-mãe utilizando o software ARPGE adquirido no projeto supracitado. A validação deste software será obtida por meio do estudo de uma liga martensítica modelo do sistema Fe-Ni-C. Medidas de microdureza Vickers, difração de raios X e dilatometria em altas temperaturas serão utilizadas como técnicas complementares para quantificar o endurecimento da martensita, a fração de austenita retida e as temperaturas de transição Ac1, Ac3 e Ms dos materiais. | |
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