| Processo: | 15/01300-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 18 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 17 de maio de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Miguel Trefaut Urbano Rodrigues |
| Beneficiário: | Agustín Camacho Guerrero |
| Supervisor: | Michael James Angilletta Jr. |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Arizona State University, Phoenix (ASU), Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 12/15754-8 - Consequências ecogeográficas da evolução do morfotipo serpentiforme em Squamata, BP.PD |
| Assunto(s): | Ecofisiologia Lagartos Aquecimento global |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aquecimento climático | Área de distribuição | comportamento | Fisiologia Térmica | lagartos | Ecofisiologia |
Resumo Entender padrões macroevolutivos no tamanho da área de distribuição requer de desenvolver técnicas capazes de detectar os mecanismos que o diminuem. Um dos principais objetivos do meu projeto de post-doc é identificar fatores que levam na diminuição do tamanho da área de distribuição que mostram lagartos serpentiformes. A fisiologia térmica é um fator potencialmente importante porque tais lagartos têm evoluído preferências por temperaturas mais baixas e uma menor resistência a altas temperaturas, apesar de habitar ambientes abertos e quentes. Deste modo, suas áreas de distribuição poderiam estar sendo restringidas pela sua sensibilidade a temperaturas elevadas. Porem, relacionar termoregulação comportamental e fisiologia térmica com o tamanho da área de distribuição ainda constitui um desafio para a ecofisiologia. Dr. Michael Angilleta é um cientista líder no estudo da fisiologia térmica que tem construído infrastrutura indispensável para o estudo de tais relações na Universidade de Arizona (Tempe). Juntos, desenvolveremos o uso das temperaturas voluntárias máximas (VMT) em lagartos para identificar restrições fisiológico-comportamentais sobre o tamanho da área de distribuição. Durante meu projeto de post-doc, coletei dados preliminares sobre o desempenho deste parâmetro e dados da temperatura voluntária máxima de espécies de lagartos de diferentes famílias. Desenvolvendo uma forte base experimental para este parâmetro, será possível providenciar um rápido, confiável e geral método de identificar como altas temperaturas restringem a área de distribuição mediante sua ação sobre o comportamento e fisiologia de lagartos. (AU) | |
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