| Processo: | 15/04665-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Danielle Bernardes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Exercício físico Encefalomielite autoimune experimental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | danos dendríticos | Encefalomielite Autoimune Experimental (EAE) | exercício físico | imunomoduladores | pré-condicionamento (PC) | sinápticos e axonais | Patologia |
Resumo Introdução: Estudos com pacientes portadores de esclerose múltipla (EM) assim como com seu modelo, a encefalomielite autoimune experimental (EAE), sugerem propriedade neuroprotetora parcialmente independente de atividade anti-inflamatória dos imunomoduladores acetato de glatirâmer (AG), interferon (IFN)-² e dimetil fumarato (DMF). No entanto, como esses resultados são parciais, sugere-se também que o resgate tardio dos danos neurais instalados não seja possível, sinalizando para a importância da associação de estratégias neuroprotetoras a essas abordagens. Quanto a isto, destaca-se o pré-condicionamento (PC) que visa a elaboração de uma resposta adaptativa do sistema nervoso central (SNC) em favor de mecanismos neuroprotetores, sendo que a prática regular de exercício físico tem sido descrita como uma das ferramentas mais seguras e menos nocivas neste sentido. Objetivo: investigar os efeitos associados do PC pelo exercício físico e do tratamento farmacológico pelos imunomoduladores (AG, IFN-² e DMF) na progressão dos danos dendríticos, sinápticos e axonais de animais EAE. Métodos: Metade dos animais do estudo serão submetidos a um protocolo de PC por exercício físico e, após 4 semanas, todos os animais serão induzidos para o modelo EAE. Com a remissão dos sintomas clínicos, os animais receberão doses previamente padronizadas dos imunomoduladores supracitados em experimentos separados. A evolução da doença será estudada sistematicamente a partir de avaliações clínicas, de coleta de imagens in vivo, de estudos histopatológicos e imuno-histoquímicos bem como da análise da expressão de genes. Resultados esperados: a associação do PC aos imunomoduladores fornecerá novas ferramentas para o entendimento de seus papéis na neuroproteção assim como dos mecanismos moleculares pertinentes aos danos neurais da EAE e, possivelmente, EM. (AU) | |
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