| Processo: | 15/12680-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Gabriel Forato Anhê |
| Beneficiário: | Gabriel Forato Anhê |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Silvana Auxiliadora Bordin da Silva |
| Assunto(s): | Gravidez Lactação Metabolismo dos lipídeos MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | gestação | Lactação | metabolismo glicídico | metabolismo lipídico | microRNA | Metabolismo materno |
Resumo
Uma série de estudos médicos mostram que a duração do período de lactação tem impacto em longo prazo sobre metabolismo materno. De maneira geral, a duração do período de amamentação tem uma relação inversa com o risco das mães desenvolverem síndrome metabólica e diabetes tipo 2. Mais especificamente, mães que amamentam pouco tempo desenvolvem, em longo prazo, um perfil lipídico desfavorável (altos níveis de LDL e baixos níveis de HDL), altos níveis de TG circulante, maior ganho de peso, resistência à insulina e um risco aumentado de doença coronariana. Apesar desta correlação já ter sido demonstrada por grupos de pesquisa diferentes abordando populações distintas, ainda não se conhece o mecanismo pelo qual a duração da amamentação afeta tardiamente o metabolismo materno. Por exemplo, não se sabe se este perfil lipídico desfavorável tem por base uma maior produção hepática de VLDL e/ou um acúmulo hepático de lipídeos. O presente projeto pretende adotar um desenho experimental com base em modelo animal que irá expor camundongas a 3 repetidos ciclos de gestação, seguidos de lactação com diferentes durações (Lac-0 - sem amamentação após o parto e Lac-21 - duração completa da amamentação) para investigar alterações metabólicas maternas. Camundongas virgens com idade pareada serão usadas como controle. Os animais serão submetidos a testes de produção hepática de VLDL, de tolerância à glicose e à insulina e medições periódicas de TG e frações de colesterol em diferentes momentos depois do último parto (3 e 6 meses). Em paralelo, o conteúdo de lipídeos e a expressão de genes relacionados ao metabolismo lipídico e glicídico serão avaliados no fígado. Será também avaliado o perfil hepático de microRNAs, como um possível mecanismo que explique alterações fenotípicas a longo prazo. (AU)
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