| Processo: | 16/16952-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores |
| Acordo de Cooperação: | Keele University |
| Pesquisador responsável: | Jayme Augusto de Souza-Neto |
| Beneficiário: | Jaqueline Jarusevicius |
| Instituição Sede: | Instituto de Biotecnologia (IBTEC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/11343-6 - Caracterização dos mecanismos de ação anti-dengue mediados pela microbiota intestinal de populações naturais do mosquito Aedes aegypti, AP.JP |
| Assunto(s): | Expressão gênica Análise de sequência de RNA Interferência de RNA Imunidade inata Microbioma gastrointestinal Sorogrupo Vírus da dengue Aedes aegypti |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aedes aegypti | bactéria anti-DENV | imunidade inata | microbiota intestinal | RNAi | RNA-seq | Interação vetor-patógeno |
Resumo Nos anos recentes, a dengue se tornou a doença viral transmitida por artrópodes (arbovirose) de maior relevância em saúde pública devido à crescente expansão geográfica dos quatro sorotipos do vírus dengue (DENV) e seus mosquitos vetores, que atualmente se encontram plenamente estabelecidos na maioria dos países tropicais. No Brasil, após o ressurgimento da dengue no início da década de 1980 no estado de Roraima, o número de infecções anuais vem crescendo significativamente, ultrapassando a marca de 1 milhão de casos em 2010. A transmissão do DENV pelo mosquito vetor está diretamente relacionada à competência vetorial deste, que é definida como a permissividade do vetor à infecção, replicação e transmissão de um determinado patógeno. Estudos recentes indicam que a microbiota intestinal é um fator determinante na competência vetorial dos mosquitos. A remoção destes micróbios do intestino dos mosquitos vetores através de um tratamento com antibióticos resulta em níveis mais altos de infecção do Ae. aegypti pelo DENV, sugerindo que tais bactérias protegem os insetos contra infecções virais. De fato, certos isolados bacterianos causam um efeito inibitório ao DENV após serem reintroduzidos ao intestino do mosquito, possivelmente através da modulação de genes de imunidade relacionados às vias que governam a resposta anti-dengue, como por exemplo as vias Toll e JAK-STAT. Todavia, este mecanismo ainda é amplamente desconhecido, de modo que não se conhece ainda as mudanças globais na abundância de transcritos induzidas especificamente pelas bactérias anti-dengue nem os efetores imunes que atuam contra o vírus. Desta forma, um estudo mais amplo de expressão gênica comparativa, cobrindo todo o genoma do Ae. aegypti, será necessário para que se possa determinar o repertório de genes anti-DENV modulados pela microbiota intestinal. Além disso, o desenvolvimento de ensaios funcionais de varredura de RNAi será fundamental para a identificação das moléculas efetoras que atuam contra o vírus neste processo. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |