| Processo: | 16/17077-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Isabel de Camargo Neves Sacco |
| Beneficiário: | Alessandra Bento Matias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/14810-0 - Biomecânica e aspectos funcionais do sistema musculoesquelético de corredores: efeito crônico de exercícios terapêuticos e do envelhecimento, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/26844-1 - Corrida em calçados minimalistas, parcialmente minimalistas e descalço: padrões de cinética articular e de taxas de carga, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Biomecânica Corridas Ferimentos e lesões Pé |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomecânica | Corrida | lesões | Pés | Treinamento | Biomecânica |
Resumo O pé humano é uma estrutura muito complexa e que lhe permite servir para diversas funções. Durante a marcha, o pé deve ser estável para o ataque de calcanhar e a impulsão. Entretanto, durante o médio-apoio, o pé deve tornar-se móvel para adaptar-se e atenuar as cargas. Os músculos intrínsecos do pé são rotineiramente ativados na fase tardia da caminhada e podem ter um papel significante na distribuição de cargas sob o pé aumentando a função flexora do arco longitudinal medial, especialmente em altas velocidades, como na corrida. As corridas têm conquistado popularidade pelo mundo todo e é a primeira modalidade de exercício escolhida por muitos indivíduos de todas as idades por seu baixo custo, versatilidade, conveniência e benefícios para a saúde para homens e mulheres de diversas origens culturais, étnicas e econômicas. Essa modalidade, entretanto, pode também causar lesões, especialmente em membros inferiores e van Gent et al. (2014) observaram uma incidência de lesões em membros inferiores entre 19.4% e 92.4% nos corredores de longa distância. Objetivo: O objetivo primário do presente estudo é verificar a ocorrência de lesões em membros inferiores de corredores fundistas em 12 meses do estudo após um programa de fortalecimento do pé. São objetivos secundários verificar os efeitos no (i) tempo para ocorrência da primeira lesão em 12 meses; (ii) momentos articular de tornozelo na marcha e corrida; (iii) potência de tornozelo na marcha e corrida; (iv) cinemática frontal do tornozelo na marcha e corrida; e (v) deformação dinâmica do arco longitudinal. Estes mesmos sujeitos também serão avaliados em 3 vezes e com follow-up em 2 meses no laboratório de biomecânica e em 12 meses para lesão. Será realizado um ensaio clínico prospectivo controlado, paralelo, com alocação aleatória e cegamento dos avaliadores com 111 corredores fundistas saudáveis com idades entre 18 e 55 anos que serão divididos aleatoriamente nos grupos controle ou intervenção, sendo que esse último participará de um programa de fortalecimento para o complexo tornozelo/pé com sete exercícios. Estes deverão ser realizados diariamente, sendo que, durante 8 semanas, a intervenção terá um acompanhamento presencial 1 vez por semana com os fisioterapeutas responsáveis pelo estudo. Os corredores serão monitorados remotamente via software durante as 8 semanas de intervenção e também após, durante doze meses de estudo. Os sujeitos serão avaliados em 3 momentos quanto aos momentos articulares de tornozelo na marcha e corrida, potência de tornozelo na marcha e corrida, cinemática frontal do tornozelo na marcha e corrida e deformação dinâmica do arco longitudinal, além da ocorrência de lesões semanalmente através de um software em desenvolvimento durante doze meses. São hipóteses deste estudo a diminuição do número de lesões relacionadas à corrida em membros inferiores de corredores fundistas em doze meses após o início do estudo, aumento do tempo para ocorrência da primeira lesão em 12 meses, aumento do momento e potência extensora de tornozelo e diminuição da deformação do arco longitudinal durante a marcha, após 16 semanas de treinamento específico. (AU) | |
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