| Processo: | 16/18709-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Operações Industriais e Equipamentos para Engenharia Química |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Liliane Maria Ferrareso Lona |
| Beneficiário: | Ana Paula Mayumi Nozaki |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia Química (FEQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reatores químicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | nanocelulose | nanocompósito | Polimerização em Emulsão | Reator Químico | Reatores químicos |
Resumo O uso de nanocelulose para a produção de nanocompósitos poliméricos ainda é restrito em função da dificuldade em se dispersar a nanocelulose (altamente hidrofílica) nos monômeros e polímeros, geralmente hidrofóbicos. A grande maioria dos trabalhos em literatura faz a modificação da superfície da celulose para viabilizar sua dispersão, porém, este procedimento é dispendioso em termos de tempo e custo, inviabilizando a produção destes nanocompósitos em escala industrial. Neste projeto de pesquisa será utilizada a polimerização em emulsão para a produção de nanocompósitos poliméricos utilizando como reforço a nanocelulose sem tratamento da superfície. Será utilizado inicialmente como monômero o acetato de vinila, por este apresentar certa solubilidade em água. Além disso, será utilizada uma receita com alta razão água/monômero, no intuito de melhorar a dispersão da nanocelulose não tratada. Espera-se que a nanocelulose fique dispersa na fase aquosa, e que o emulsificante consiga promover uma boa estabilidade água-óleo. Serão feitas caracterizações dos polímeros formados, tanto na forma de látex (microscopias, estabilidade, distribuição de tamanho de partículas) quanto na forma seca (propriedades mecânicas, térmicas e de barreira). Serão definidasas condições de operação que viabilizam este tipo de processo. Um segundo tipo de monômero (metacrilato de metila), com hidrofobicidade ligeiramentemaior do que a do acetato de vinila, também será testado, a fim de verificar a robustez do processo proposto. (AU) | |
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