| Processo: | 16/23306-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Jorge Timenetsky |
| Beneficiário: | Maysa Santos Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/03425-9 - Caracterização antigênica de proteínas de membrana de Mycoplasma agalactiae e suas funções na virulência e patogenicidade in vitro, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Mycoplasma agalactiae Agalaxia contagiosa Reações antígeno-anticorpo Proteínas recombinantes Imunoterapia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agalaxia Contagiosa | Fatores de virulência | imunodiagnóstico | imunoterapia | Mycoplasma agalactiae | Proteinas recombinantes | Micoplasma |
Resumo Agalaxia Contagiosa (AC) afeta pequenos ruminantes e é classificada pela World Organisation for Animal Health (OIE) como doença de notificação obrigatória devido ao impacto econômico significativo sobre a produção de ovinos e caprinos. Causa redução ou supressão da produção de leite, Febre, Septicemia, Mastite, aborto e Artrite Severa, podendo causar morte rapidamente. AC é uma síndrome multietiológica, no qual três micro-organismos foram identificados como causadores da doença: Mycoplasma agalactiae, considerado historicamente o principal; M. mycoides subsp. capri e M. capricolum subsp. capricolum. Apesar do progresso nos estudos sobre métodos diagnósticos, terapêuticos e de prevenção, estratégias ainda permanecem ineficientes no controle da AC. Dessa forma, a geração de novas alternativas diagnósticas e de prevenção contra infecções por M. agalactiae são necessárias. Diante disso, este projeto possui como objetivo geral caracterizar funcionalmente e avaliar a antigenicidade e imunogenicidade, em ovinos, de quatro proteínas recombinantes de M. agalactiae previamente caracterizadas como antigênicas em nosso laboratório. Com os resultados deste estudo espera-se desenvolver um ensaio diagnóstico e uma imunoterapia mais eficientes que as disponíveis na Europa que possam ser usadas no país. (AU) | |
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