| Processo: | 16/26281-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 15 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 12 de outubro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Alessandro Moura Zagatto |
| Beneficiário: | Fabio Milioni |
| Supervisor: | Guillaume Millet |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Calgary, Canadá |
| Vinculado à bolsa: | 16/02683-6 - Influência da suplementação de beta-alanina associado ao treinamento intervalado de alta intensidade no desempenho de sprints repetidos., BP.DR |
| Assunto(s): | Fadiga Eficiência Estimulação magnética transcraniana Fisiologia do exercício |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estimulacao Magnetica Transcraniana | fadiga | fisiologia do exercício | performance | Sprints Repetidos | Twitch interpolation | Fisiologia do Exercício |
Resumo A capacidade de realizar esforços em intensidadade de all-out de forma intermitente com curtos períodos de recuperação (<30 s) é determinante para o sucesso em muitas modalidades desportivas. No entanto, a prática de sprints intermitentes tem um custo energético/metabólico muito alto e alta demanda neuromuscular levando à instauração do processo de fadiga. A cinética de recuperação neuromuscular e do desempenho após sprints intermitente não esta completamente clara. As ferramentas mais utilizadas na investigação da recuperação do desempenho de sprints e da fadiga neuromuscular são a eletromiografia de superfície (EMG) e a estimulação elétrica neuromuscular (EENM), além do desempenho em si. No entanto, um problema metodológico surge porque estes métodos são capazes de identificar apenas a fadiga periférica (ou seja, falha do maquinário muscular) e fadiga central ao nível espinhal (isto é, insuficiência da medula espinhal), sendo indetectável uma falha na unidade no córtex motor descendente (CMD) em nível corticospinal. A associação das ferramentas mencionadas anteriormente com a estimulação magnética transcraniana (EMT) (técnica capaz de estimular pools específicos de motoneurônios do córtex motor) forneceria informações adicionais sobre o ponto exato da falha neuromuscular durante o processo de fadiga e a cinética de recuperação neuromuscular e do desempenho de sprints intermitentes. Assim, buscaremos investigar a cinética de recuperação da fadiga neuromuscular e do desempenho de sprints intermitentes após um conjunto de sprints com atenção especial para a associação de EMG, EENM e EMT para rastrear o ponto de falha durante o processo de recuperação. Os procedimentos experimentais ocorrerão em 7 sessões. Nas duas primeiras sessões, os participantes serão familiarizados com os protocolos de testes (ou seja, sprints no ergômetro instrumentado, estimulações elétricas e transcranianas). Na sessão subseqüente, os participantes realizarão um Teste Incremental (TI) para determinar a captação máxima de oxigênio (VO2max) e a potência pico (PPO). Após 48 h, será realizada a sessão TSI + ANM (teste de sprint intermitente - TSI, avaliação neuromuscular - ANM) com 24 ou 48 h de recuperação para a subseqüente sessão TSA + ANM. As sessões com 24 ou 48 h de recuperação serão realizadas em ordem aleatória e separadas por 1 semana de recuperação. A sessão TSI + ANM será composta por dez sprints de 6 s em intensidade de all-out com 30-s de recuperação passiva e com a ANM sendo realizada antes e imediatamente após TSI. A ANM será composta por dois conjuntos de dois contrações isométricas voluntárias máximas (CVM) com 1 min recuperação entre as CVMs e 1 min de recuperação entre os conjuntos. Durante a primeira CVM será a entregue uma EMT e durante a segunda CVM será entregue a seguinte seqüência: I) único EENM 5 s antes da CVM; II) pulsos duplos de EENM de alta frequência durante a CVM; III) pulsos duplos de EENM de alta frequência 5 s após a CVM; e IV) pulsos duplos de EENM de baixa frequência 10 s após a CVM. O TI eo TSI serão realizados num cicloergômetro instrumentado desenvolvido para permitir um intervalo muito curto entre a finalização do TSI e o início do ANM. | |
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