| Processo: | 17/06874-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Renato Paes de Almeida |
| Beneficiário: | Cristiano Padalino Galeazzi |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dinâmica sedimentar Paleogeografia Rio Amazonas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | Formas de leito | Multibeam Echosonar | Paleogeografia | Rio Amazonas | Rios anabranching | Geologia sedimentar |
Resumo O desenvolvimento de modelos de fácies de grandes rios é limitado pela falta de dados de sistemas fluviais de grandes rios ativos, especialmente em relação a formas de leito que não ficam emersas ao longo do ano e correspondem à maior parte do canal. No fundo do canal, o fluxo da água ocorre a dezenas de metros de profundidade e as condições são extremamente diferentes de sistemas fluviais menores, nos quais foram baseados os modelos de fácies atuais. Na Bacia do Amazonas, canais fluviais de grande porte agem como barreiras biogeográficas, cuja evolução ao longo do Neógeno é fundamental para entender a biodiversidade. Os modelos de rios anabranching ativos atuais são baseados em morfologias de elementos fluviais vistas em imagens de satélite e observações dos depósitos aflorantes durante o período de seca do rio. As formas de leito submersas são um elemento chave para desenvolver modelos de grandes rios e esse trabalho tem como principal objetivo o de inspecionar com o Sonar Multifeixe (MBES) as partes mais fundas de alguns trechos do sistema fluvial amazônico, a fim de observar sua morfologia, distribuição e relação com a profundidade. A integração desses dados com dados complementares de sedimentologia e Radar de Penetração no Solo (GPR) das partes rasas do canal, expostas nos períodos de seca, visa compor e melhorar os modelos de fácies vigentes de rios anabranching. Essa contribuição providenciará ferramentas para interpretar os depósitos sedimentares do Neógeno da Amazônia, necessários para entender a evolução paleogeográfica, e rios anabranching de grande porte no registro rochoso. (AU) | |
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