| Processo: | 18/02197-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Renato Paes de Almeida |
| Beneficiário: | Ariel Henrique Do Prado |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sedimentologia Amazônia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | Modelo numérico | sedimentologia | Sistemas fluviais | Sedimentologia |
Resumo A causa da grande Biodiversidade de vertebrados na Amazônia ainda é motivo de debate. A compreensão de modelos de evolução dos ambientes fisiográficos e sua influência na evolução dos padrões biogeográficos podem ajudar a elucidar o assunto. Modelos já estabelecidos sobre a geologia da planície amazônica corroboram a ideia de que o sistema de drenagem transcontinental estável se formou há cerca de 10 Ma. Porém, uma abordagem geogenômica a partir de estimativas de idade de episódios de especiação de vertebrados de Terra Firme, revela um quadro de surgimento sucessivo de grandes tributários do Amazonas como barreiras desde os últimos 5 Ma antes até o presente. Essa hipótese contraria a visão de estabilidade anteriormente proposta e traz uma questão de extrema relevância: que processos geológicos podem explicar essa evidência genética? Nesse contexto, modelos de evolução da fisiografia podem explicar indiretamente a evolução da biogeografia e esclarecer que tipos de fatores externos exercem controles mais significativos na distribuição de biomas e no isolamento de populações. Para esta avaliação, neste projeto será empregado um modelo numérico que permite a reconstituição das relações entre sistemas de drenagem em escala regional, processos erosivos, deposicionais, controles climáticos e eustáticos, adaptado para a avaliação das influências desses processos na agradação de planícies aluviais, incisão de vales e formação de terraços fluviais. Assim, pode-se indiretamente reconstituir a evolução de áreas de diversos ambientes em diferentes cenários, permitindo a avaliação dos controles externos na dinâmica de ambientes fisiográficos e biomas. Essa abordagem inovadora traz impacto potencial para uma gama de disciplinas e pode auxiliar na solução de questões centrais da geologia sedimentar e biogeografia da Amazônia. (AU) | |
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