| Processo: | 17/13503-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Stella Regina Zamuner |
| Beneficiário: | Stella Regina Zamuner |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Inflamação Terapia a laser de baixa intensidade Laser de baixa intensidade Mionecrose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fotobiomodulação | Inflamação | laser de baixa intensidade | Mionecrose | reparo celular | veneno botrópico | Toxinologia |
Resumo
O envenenamento causado por serpentes do gênero Bothrops é frequentemente associado com manifestações patológicas locais graves e complexas, o qual inclui dor, edema, inflamação, hemorragia e mionecrose. O tratamento específico para o acidente botrópico é o uso da soroterapia com antiveneno, o qual neutraliza a maior quantidade possível do veneno circulante, minimizando seus efeitos sistêmicos, porém não reverte as manifestações locais, ocasionando a perda permanente de tecidos e, em alguns casos, a amputação do membro afetado da vítima. Portanto, evidencia-se a importância da procura de terapias coadjuvantes à soroterapia na evolução do quadro local. Atualmente, dados da literatura mostram que a fotobiomodulação (FBM), com o laser de baixa potência ou LED, é uma alternativa de tratamento em situações de lesão muscular, devido a seus efeitos analgésicos, anti-inflamatórios e cicatrizantes. Além disso, a FBM pode ser considerado uma ferramenta terapêutica eficaz em pacientes picados por serpentes. Apesar da literatura apresentar estudos dedicados ao uso da FBM para a compreensão do seu papel no efeito local dos venenos ofídicos, particularmente do gênero Bothrops, o seu mecanismo de ação é pouco entendido. A presente proposta visa colaborar com o entendimento do efeito da FBM quanto ao mecanismo de regeneração muscular, resposta inflamatória e estresse oxidativo após lesão com veneno botrópico. Deste modo, este estudo poderá fornecer subsídios importantes para possíveis estratégias inovadoras no tratamento coadjuvante ao antiveneno e consequentemente uma melhor alternativa para o tratamento de envenenamentos ofídicos. (AU)
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