| Processo: | 17/21320-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Bruno Rodrigues |
| Beneficiário: | Bruno Rodrigues |
| Instituição Sede: | Faculdade de Educação Física (FEF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Heitor Moreno Junior ; Lígia de Moraes Antunes Corrêa ; Maria Andréia Delbin |
| Assunto(s): | Hipertensão Treinamento aeróbio Taxa respiratória Pressão sanguínea Estimulação transcraniana por corrente contínua |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estimulação transcraniana por corrente direta | exercicio aeróbico | Hipertensão arterial resistente | pressão arterial | Variabilidade ventilatória | Fisiologia Clínica do Exercício |
Resumo
A hipertensão arterial resistente (HAR) é uma doença complexa e multifatorial, sendo a hiperatividade do sistema nervoso simpático (SNS) e redução da atividade vagal consideradas algumas das principais causas da refratariedade ao tratamento. Ademais, nos últimos anos têm sido demonstradas relações entre os sistemas nervoso autonômico e imunológico. Terapias invasivas, bem como protocolos de exercício físico têm sido desenvolvidos para o tratamento da HAR, porém a hiperatividade do SNS ainda permanece como um desafio para o controle dos níveis de pressão arterial (PA). A possibilidade de se utilizar técnicas de estimulação cerebral, tais como a estimulação transcraniana por corrente direta (tDCS) não invasiva no córtex cerebral na HAR pode ser promissora para reduzir a PA não controlável por medidas farmacológicas e não farmacológicas. Estudos prévios mostraram que a modulação simpática cortical após tDCS pode reduzir os níveis pressóricos, melhorar a função autonômica e capacidade de exercício, no entanto, os desfechos principais estavam associados à melhora da depressão psíquica em pacientes não portadores de HAR, bem como à performance de atletas. Dessa forma, o presente projeto tem como objetivos avaliar em pacientes com HAR: 1) a presença de ventilação periódica e variabilidade ventilatória durante o exercício, bem como testar os efeitos da tDCS nessas variáveis; 2) os efeitos da tDCS, controladas por placebo-sham, na hipotensão pós-exercício aeróbico de moderada intensidade; 3) os efeitos de 10 sessões (2 semanas) de tDCS, controladas por placebo-sham, em variáveis hemodinâmicas, autonômicas, inflamatórias e ventilatórias (durante o teste ergoespirométrico). Testaremos as hipóteses de que a tDCS poderá modular positivamente as respostas cardiorrespiratórias durante um teste de esforço e potencializar os efeitos hipotensores do exercício, possivelmente mediados por alterações autonômicas, bioquímicas e inflamatórias. (AU)
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