| Processo: | 17/25523-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Pesquisador responsável: | Aroldo Geraldo Magdalena |
| Beneficiário: | Renata Pfeilsticker Neves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ácido salicílico Nanopartículas Albuminas Liberação controlada de fármacos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido salicílico | albumina | funcionalização | Liberação Controlada | magnéticas | Nanopartículas | Síntese de materiais para aplicação em biomedicina |
Resumo Ácido salicílico (AS) é um composto não esteróide muito utilizado na área da saúde devido às suas propriedades anti-inflamatória, antibacteriana e antifúngica.[1][2] Estudos recentes têm indicado que o AS é relevante para a prevenção e tratamento de doenças como diabetes, câncer, artrite, infecções fúngicas, etc.[1][2][3] Nos últimos anos, a nanotecnologia tem avançado e sua aplicação no cenário clínico se tornou objeto de pesquisa. Nanopartículas multifuncionais podem combinar diferentes funções terapêuticas, capacidade de imagem como ressonância magnética, sistema de liberação controlado (drug delivery) direcionado e controlado remotamente e função de hipertermia.[4][5]A magnetita (Fe3O4) tem sido considerada um material apropriado para aplicações magnéticas biológicas por causa de sua baixa toxicidade, biocompatibilidade e biodegradabilidade, propriedades superparamagnéticas e alta estabilidade química.[4][6][7] Dessa forma, as nanopartículas de óxido de ferro podem ser utilizadas para transportar o AS para sítios específicos e com liberação controlada. A superfície da nanopartícula de Fe3O4 pode ser modificada utilizando albumina de soro bovino (BSA), resultando em nanopartículas funcionalizadas. A albumina tem uma natureza hidrofílica que melhora a dispersão das nanopartículas de Fe3O4 na água[2][6], além de ser também biocompatível, biodegradável, não imunogênica e não tóxica.[8][9] Estudos mostram que a albumina pode ser consideravelmente tolerada sem quaisquer efeitos colaterais sérios e por ter uma alta capacidade de ligação, quantidades significativas de ácido salicílico podem ser transportadas.[9] Neste projeto, pretende-se estudar a síntese, caracterização do sistema Fe3O4-Albumina e avaliar a incorporação e posterior liberação de ácido salicílico (AS). Esta temática é atual e vem mostrando importância para biomedicina. A síntese das nanopartículas será realizada pelo método da co-precipitação e a caracterização bem como a avaliação da incorporação e liberação se AS serão utilizados por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e de transmissão (MET), espectroscopia por dispersão de energias de raios X (EDS), espectroscopia na região do infravermelho por transformada de fourier (FTIF), potencial zeta e espectrofotômetro UV/VIS (verificar o nome do equipamento de fluorescencia). Os resultados obtidos serão comparados na literatura com as nanopartículas a base de Fe3O4 funcionalizadas e outras nanopartículas para aplicação na liberação de fármacos. | |
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